O grupo hacker LulzSecBrazil passou a promover em seu site mobilizações para passeatas no mundo real, após o anúncio de sua matriz internacional de que novos ataques não seriam feitos.
Na noite deste domingo (26), o site do grupo trazia um convite para uma série de mobilizações nas capitais de diversos Estados do país com o objetivo de protestar contra o "governo corrupto e pela liberdade de expressão".
O grupo de hackers LulzSec chamou a atenção mundial pela primeira vez há dois meses, com a invasão da rede online do PlayStation, da Sony, e com o vazamento dos dados de milhões de usuários. O serviço, de alcance global, passou dias fora do ar.
Na semana passada, o grupo assumiu um ataque ao site da CIA e do FBI.
O grupo ganhou um braço brasileiro, o LulzSecBrasil, que com base em uma nota do grupo internacional convocando internautas a lutarem contra a corrupção e o sigilo de informações, montaram uma operação batizada de #AntiSec.
No Brasil, os hackers promoveram ataques a páginas na internet ligadas ao governo brasileiro como o site da Presidência e do Senado. Eles também chegaram a divulgar informações pessoais de políticos e um banco de dados com informações de funcionários da Petrobras.
Fonte Folha.com
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segunda-feira, 27 de junho de 2011
Mercadante diz que quer levar hackers para ministério
Ele disse que os danos dos ataques "foram muito pequenos", sem a violação de dados relevantes
O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, minimizou nesta segunda os ataques cibernéticos sofridos pelo governo na semana passada e abriu até a possibilidade de chamar hackers para trabalhar para o ministério, em projetos de transparência de dados e de sites. Ele disse que os danos dos ataques "foram muito pequenos", sem a violação de dados relevantes. "Existem dois tipos de operadores. Os hackers são os jovens talentosos e criativos que eu, inclusive, quero levar para o ministério. Quero convidá-los para um 'hacker's day'", disse.
Mercadante contou que pretende dar "transparência total" ao ministério, disponibilizando ao público todos os dados relativos a gastos e decisões. "Quero chamar os hackers para eles ajudarem a construir os indicadores e a forma de transparência. Quero fazer o Ministério da Ciência e Tecnologia uma referência no ponto de vista do acesso e da transparência de informações", disse. Afirmou ainda que gostaria de ter as opiniões dos hackers a respeito da modernização de novos portais da pasta. "Eles são jovens talentosos que mudam a tecnologia o tempo inteiro e que nós temos que dialogar."
De acordo com Mercadante, enquanto os hackers ajudam a construir e modernizar os sistemas, os crackers utilizam os ataques para espalhar uma mensagem política ou mesmo pelo "prazer do desafio". "Os ataques da semana passada mostram que a gente precisa investir e se preparar para ter uma estrutura de defesa mais articulada e eficiente", afirmou. "Temos que saber nos proteger."
Fonte Agencia Estado
O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, minimizou nesta segunda os ataques cibernéticos sofridos pelo governo na semana passada e abriu até a possibilidade de chamar hackers para trabalhar para o ministério, em projetos de transparência de dados e de sites. Ele disse que os danos dos ataques "foram muito pequenos", sem a violação de dados relevantes. "Existem dois tipos de operadores. Os hackers são os jovens talentosos e criativos que eu, inclusive, quero levar para o ministério. Quero convidá-los para um 'hacker's day'", disse.
Mercadante contou que pretende dar "transparência total" ao ministério, disponibilizando ao público todos os dados relativos a gastos e decisões. "Quero chamar os hackers para eles ajudarem a construir os indicadores e a forma de transparência. Quero fazer o Ministério da Ciência e Tecnologia uma referência no ponto de vista do acesso e da transparência de informações", disse. Afirmou ainda que gostaria de ter as opiniões dos hackers a respeito da modernização de novos portais da pasta. "Eles são jovens talentosos que mudam a tecnologia o tempo inteiro e que nós temos que dialogar."
De acordo com Mercadante, enquanto os hackers ajudam a construir e modernizar os sistemas, os crackers utilizam os ataques para espalhar uma mensagem política ou mesmo pelo "prazer do desafio". "Os ataques da semana passada mostram que a gente precisa investir e se preparar para ter uma estrutura de defesa mais articulada e eficiente", afirmou. "Temos que saber nos proteger."
Fonte Agencia Estado
domingo, 26 de junho de 2011
Crackers da Lulz Security anunciam fim de suas atividades, mas não no Brasil.
Grupo conclama usuários para 'revolução' após cinquenta dias de ataques contra sites de governos e empresas multinacionais
O grupo de crackers Lulz Security anunciou o fim de suas atividades após expirar o período de cinquenta dias que havia estabelecido para agir. O LulzSec, como é chamado, ganhou fama depois de ataques contra sites de governos e empresas multinacionais.Apesar do anúncio de despedida, o braço brasileiro do grupo, chamado de LulzSecBrazil, continuou divulgando pelo Twitter novos ataques contra sites governamentais. De acordo com as mensagens deixadas pela "matriz brasileira", o grupo age no Brasil contra a corrupção. Entre as recentes vítimas de ataques reivindicados pelo grupo, estariam as páginas da Presidência da República, do governo e da Petrobrás. Um vídeo veiculado no site Youtube na quarta-feira passada supostamente pela união firmada entre a LulzSecBrazil e o Anonymous – grupo de crackers mais antigo, formado em 2003 - dá a entender que os ataques no Brasil devem continuar.
O braço internacional, em seu ‘comunicado final’, divulgado pelo Twitter, afirma que os "seis tripulantes" do LulzSec expressaram o desejo de que outros internautas assumam a causa e que "o movimento se manifeste em uma revolução capaz de continuar sem nós". O LulzSec se declara responsável por ataques contra sites de diversas instituições, como a agência de inteligência americana (CIA), o Senado dos Estados Unidos, a rede de televisão Fox, a companhia telefônica AT&T e empresas de jogos eletrônicos Sony e Nintendo.
Fonte Veja
sábado, 25 de junho de 2011
Brigada Militar do RS tira site do ar após invasão de hackers
Porto alegre - O site da Brigada Militar do Rio Grande do Sul foi tirado do ar neste sábado, por decisão da corporação, para revisão de todo o banco de dados, depois de ter sido invadido por hackers.
No ataque, feito durante a madrugada, os intrusos acessaram tabelas da área de gerenciamento e divulgaram parte delas, em linguagem codificada, pelo Twitter.
Uma varredura inicial mostrou que os dados não são sigilosos. Mesmo assim, provocou preocupações, por revelar alguma fragilidade no sistema.
"A exemplo do que fizeram em várias partes do Brasil, foi mais uma demonstração ao estilo dos pixadores, do tipo 'estivemos aqui'", avalia o coronel Lucas Andrade, diretor do Departamento de Informática da Brigada Militar.
A invasão também fará com que a Brigada Militar antecipe o lançamento de sua nova página para os primeiros dias desta semana. A substituição já estava encaminhada e seria feita até o início de julho.
Fonte Exame
No ataque, feito durante a madrugada, os intrusos acessaram tabelas da área de gerenciamento e divulgaram parte delas, em linguagem codificada, pelo Twitter.
Uma varredura inicial mostrou que os dados não são sigilosos. Mesmo assim, provocou preocupações, por revelar alguma fragilidade no sistema.
"A exemplo do que fizeram em várias partes do Brasil, foi mais uma demonstração ao estilo dos pixadores, do tipo 'estivemos aqui'", avalia o coronel Lucas Andrade, diretor do Departamento de Informática da Brigada Militar.
A invasão também fará com que a Brigada Militar antecipe o lançamento de sua nova página para os primeiros dias desta semana. A substituição já estava encaminhada e seria feita até o início de julho.
Fonte Exame
Site do governo do Mato Grosso também é invadido por hackers
Crime cibernético ocorre no mesmo dia em que a página de internet da Universidade de Brasília foi hackeada
São Paulo - A onda de invsaões de hackers aos sites governamentais brasileiros continua. Neste sábado (25), além da página da Universidade de Brasília (UnB), o site da secretaria de administração de Mato Grosso (www.sad.mt.gov.br) ficou fora do ar durante a madrugada.
"O site sofreu ações de hackers neste sábado. Assim que foi identificada a alteração na página, a mesma foi retirada do ar", informou a assessoria de imprensa da secretaria de administração do Estado.Segundo informações do Centro de Processamento de Dados de Mato Grosso (Cepromat), técnicos do órgão já estão trabalhando para verificar de que forma e por onde ocorreu o ataque dos hackers. "É importante informar que nenhum sistema ou informações sofreu alterações. O ataque foi isolado, atingindo apenas a página principal do site", acrescenta o comunicado.
Ainda neste sábado, a página na internet da Universidade de Brasília também foi invadida por hackers. Notícias que estavam na abertura do portal foram alteradas, fazendo piadas. Até o início da tarde de hoje, o site estava fora no ar. No endereço eletrônico era informado que o portal estava "em manutenção".
Fonte Veja on-line
"Todos que vierem contra nós sofrerão as consequências', diz pessoa ligada a LulzSec
Nesta sexta-feira (24), mais um site de órgão do governo brasileiro foi atacado por hackers. Desta vez, a invasão foi "assinada" pelo Fail Shell, que afirma ser nacionalista e critica outros dois grupos, o LulzSec e o Anonymous. O braço brasileiro do LulzSec reivindicou outros ataques realizados a sites do governo durante a semana e o vazamento de dados de políticos e, nesta sexta-feira (24), informações pessoais de funcionários da Petrobras, como CPF e dados bancários. A Folha de S.Paulo entrou em contato com um dos que estavam na lista vazada, que confirmou a veracidade dos dados. Mais tarde, a Petrobras divulgou nota afirmando que sua rede não foi invadida e não sofreu qualquer alteração de conteúdo ou violação de informação.
ÉPOCA conversou com a pessoa que seria a responsável pelo cadastro e a atualização do site do LulzSecBrazil. Ela diz que o grupo tem uma "causa" e pretende promover manifestações nas ruas. Questionada sobre qual seria a crítica, que se tornou o alvo dos ataques, ela afirma em linhas gerais, sem metas objetivas: "acima de tudo em relação à liberdade de expressão, pois tentam nos calar diante dos fatos. Depois, o que todos os brasileiros estão cansados de saber: saúde pública, ensino, segurança e etc... E também que as leis deste país não são cumpridas quando se trata de um político".
Fonte Época
ÉPOCA conversou com a pessoa que seria a responsável pelo cadastro e a atualização do site do LulzSecBrazil. Ela diz que o grupo tem uma "causa" e pretende promover manifestações nas ruas. Questionada sobre qual seria a crítica, que se tornou o alvo dos ataques, ela afirma em linhas gerais, sem metas objetivas: "acima de tudo em relação à liberdade de expressão, pois tentam nos calar diante dos fatos. Depois, o que todos os brasileiros estão cansados de saber: saúde pública, ensino, segurança e etc... E também que as leis deste país não são cumpridas quando se trata de um político".
ÉPOCA – Por que decidiu se juntar ao LulzSec? Você se considera o fundador do grupo aqui no Brasil?
Me juntei ao grupo pois me identifiquei com a causa, fundamos o LulzSecBrazil após contatos constantes com o LulzSec.
Me juntei ao grupo pois me identifiquei com a causa, fundamos o LulzSecBrazil após contatos constantes com o LulzSec.
ÉPOCA – O que há de importante na missão do LulzSecBrazil?
Nossa missão é informar os brasileiros do que acontece nos bastidores do governo e fazer com que abracem nossa causa para que possamos fazer uma revolução neste país.
Nossa missão é informar os brasileiros do que acontece nos bastidores do governo e fazer com que abracem nossa causa para que possamos fazer uma revolução neste país.
ÉPOCA – O que você acha da repercussão da mídia sobre os ataques?
Essa foi nossa primeira meta, assim conseguimos que todos olhassem para nós e para a nossa causa.
Essa foi nossa primeira meta, assim conseguimos que todos olhassem para nós e para a nossa causa.
ÉPOCA – Alguns dizem que o conhecimento de vocês é limitado porque os ataques têm sido, na maioria, de DDoS (Distributed Denial of Service, várias máquinas acessando um único site, derrubando-o pelo excesso de requisições). O que você diz sobre isso?
Como disse, os primeiros ataques foram apenas para chamar a atenção para nossa causa, a partir de agora iremos divulgar os dados obtidos em nossas investidas.
Como disse, os primeiros ataques foram apenas para chamar a atenção para nossa causa, a partir de agora iremos divulgar os dados obtidos em nossas investidas.
ÉPOCA – Vocês pretendem provar, de alguma forma, que os dados divulgados sobre a Dilma e o Kassab, por exemplo, são verdadeiros?
São verdadeiros.
São verdadeiros.
ÉPOCA – Qual é a maior crítica de vocês ao governo? E à sociedade como um todo?
Acima de tudo em relação à liberdade de expressão, pois tentam nos calar diante dos fatos. Depois, o que todos os brasileiros estão cansados de saber: saúde pública, ensino, segurança e etc... E também que as leis deste país não são cumpridas quando se trata de um político (leis falhas por sinal).
Acima de tudo em relação à liberdade de expressão, pois tentam nos calar diante dos fatos. Depois, o que todos os brasileiros estão cansados de saber: saúde pública, ensino, segurança e etc... E também que as leis deste país não são cumpridas quando se trata de um político (leis falhas por sinal).
ÉPOCA – Qual é a ligação de vocês com a matriz, digamos assim, do LulzSec?
Somos o braço deles aqui no brasil. Somos apenas um. Mantemos contato constante.
Somos o braço deles aqui no brasil. Somos apenas um. Mantemos contato constante.
ÉPOCA – Você tem medo de ser pego? Por quê?
Não, medo é uma palavra que não costumo usar. Não podemos ter medos de enfrentar os governantes que querem tornar o povo burro para que eles possam controlar o Brasil.
Não, medo é uma palavra que não costumo usar. Não podemos ter medos de enfrentar os governantes que querem tornar o povo burro para que eles possam controlar o Brasil.
ÉPOCA – Já foi ameaçado por alguém?
Sofremos ameças a cada minuto, mas não nos deixamos abater.
Sofremos ameças a cada minuto, mas não nos deixamos abater.
ÉPOCA – O que você acha dos hackers empenhados em desmacarar grupos como o LulzSec?
Todos que vierem contra nós sofrerão as consequências.
Todos que vierem contra nós sofrerão as consequências.
ÉPOCA – O que seriam essas consequências?
Prefiro não dizer pois pode prejudicar nossas próximas investidas.
Prefiro não dizer pois pode prejudicar nossas próximas investidas.
ÉPOCA – Como você avalia essa comoção dos internautas para ajudar a causa que estão defendendo? O apoio pelo Twitter, pelo IRC. Qual tem sido a contribuição das pessoas?
Já esperávamos por essa repercussão, e ficamos muito felizes por várias pessoas estarem nos apoiando nessa causa, todos são bem vindos.
Já esperávamos por essa repercussão, e ficamos muito felizes por várias pessoas estarem nos apoiando nessa causa, todos são bem vindos.
ÉPOCA – Quantos membros têm o LulzSecBrazil, você pode me dizer?
Impossível contar a quantidade atualmente, mas começamos apenas com cinco integrantes. A cada minuto, surgem membros novos dispostos a lutar pela causa.
Impossível contar a quantidade atualmente, mas começamos apenas com cinco integrantes. A cada minuto, surgem membros novos dispostos a lutar pela causa.
ÉPOCA – Quais são os próximos passos? Depois desta semana turbulenta, o que vocês ainda pretendem fazer?
Estamos reunindo informações que vão expor nosso governo corrupto, planejando manifestações nas ruas e outras coisas que não posso revelar no momento.
Estamos reunindo informações que vão expor nosso governo corrupto, planejando manifestações nas ruas e outras coisas que não posso revelar no momento.
ÉPOCA – Vocês não acham arriscado se expor nas ruas?
Não, pois no meio de milhares de pessoas, impossível saber quem participou de algum ataque. E também porque manifestações podem ser feitas por pessoas comuns que não tiveram relação direta com os ataques aos sites.
Não, pois no meio de milhares de pessoas, impossível saber quem participou de algum ataque. E também porque manifestações podem ser feitas por pessoas comuns que não tiveram relação direta com os ataques aos sites.
Fonte Época
Site da UnB é invadido por hackers
O site da Universidade de Brasília (UnB) foi invadido por hackers na madrugada deste sábado (25). Notícias que estavam na abertura do portal foram alteradas e, em seu lugar, foram publicadas piadas. Até o meio da tarde de hoje, o site estava fora no ar. No endereço eletrônico era informado que o portal estava "em manutenção".
O prefeito do campus, Paulo César Marques, que descobriu o problema ainda na madruga, disse ao site campus online, da Faculdade de Comunicação da UNB, que foi o primeiro a avisar o centro de processamento de dados da instituição, que retirou a página do ar para fazer correções. A Polícia Federal (PF) foi informada do ataque e a própria universidade está investigando o caso.
De acordo com a universidade, parece não ter havido vazamento de dados, mas apenas a alteração de notícias que estavam na página virtual. Em uma delas, os hackers colocaram a falsa informação de que o reitor da instituição havia sido assaltado. Em outra, que serão feitas mais festas no campus. Uma terceira diz que na próxima segunda-feira começaria a "Semana do Sexo".
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Hackers anunciam “guerra” contra governos corruptos.
Grupos de ativistas da internet defendem a divulgação de dados sigilosos e dizem que dirigentes públicos honestos não precisam temer.
Os ataques a sites do governo brasileiro estão ligados aos dois maiores grupos de hackers do mundo, o LulzSec e o Ano-nymous, que se uniram e têm como objetivo principal “expor a corrupção e segredos obscuros”. A mensagem está no site do grupo LulzSec, que convoca os hackers de todo o mundo para uma “declarada guerra aberta” contra todos os governos, bancos e grandes corporações mundiais. A guerra foi batizada por eles de “Operação Antissegurança”. “Toda e qualquer pessoa é fortemente incentivada a se juntar a nossa frota através da luta contra censura e governos corruptos. Nos aguardem” [sic], convidam os ativistas em um dos inúmeros textos com erro de ortografia.
Os ataques aos sites governamentais brasileiros começaram nesta semana e não devem parar. No início da noite de ontem, pelo Twitter, hackers do grupo LulzSec Brazil ameaçaram divulgar arquivos do governo do estado do Ceará e as supostas “máfias das licitações e de processos seletivos”.
Num pronunciamento ao povo brasileiro, postado no site do grupo LulzSec, os hackers afirmam que a intenção não é aterrorizar a população. “Anonymous vem observando a [sic] muito tempo a manipulação de informação largamente utilizada dentro do Brasil e chegou a hora de tomarmos uma atitude quanto a isso. Nossa mensagem é simples e deve ser ouvida por todos os governantes deste país: não mintam para o povo e vocês não terão que se preocupar sobre suas mentiras serem expostas. Não façam acordos corruptos que vocês não terão que se preocupar sobre sua corrupção sendo desnudada.” A mensagem termina com tom ameaçador: “Não cometam o erro de desafiar o Anonymous”.
Em um vídeo no qual a mensagem é narrada, aparecem hackers utilizando a máscara do personagem principal do filme V de Vingança, o qual conta a história de um homem mascarado, conhecido apenas pelo codinome V, que convoca seus compatriotas a se rebelar, com armas, contra a tirania e a opressão do governo da Inglaterra. No filme, o personagem tem o mesmo ideal dos hackers: “trazer liberdade e justiça ao país”.
Fonte Gazeta do Povo
Os ataques a sites do governo brasileiro estão ligados aos dois maiores grupos de hackers do mundo, o LulzSec e o Ano-nymous, que se uniram e têm como objetivo principal “expor a corrupção e segredos obscuros”. A mensagem está no site do grupo LulzSec, que convoca os hackers de todo o mundo para uma “declarada guerra aberta” contra todos os governos, bancos e grandes corporações mundiais. A guerra foi batizada por eles de “Operação Antissegurança”. “Toda e qualquer pessoa é fortemente incentivada a se juntar a nossa frota através da luta contra censura e governos corruptos. Nos aguardem” [sic], convidam os ativistas em um dos inúmeros textos com erro de ortografia.
Os ataques aos sites governamentais brasileiros começaram nesta semana e não devem parar. No início da noite de ontem, pelo Twitter, hackers do grupo LulzSec Brazil ameaçaram divulgar arquivos do governo do estado do Ceará e as supostas “máfias das licitações e de processos seletivos”.
Num pronunciamento ao povo brasileiro, postado no site do grupo LulzSec, os hackers afirmam que a intenção não é aterrorizar a população. “Anonymous vem observando a [sic] muito tempo a manipulação de informação largamente utilizada dentro do Brasil e chegou a hora de tomarmos uma atitude quanto a isso. Nossa mensagem é simples e deve ser ouvida por todos os governantes deste país: não mintam para o povo e vocês não terão que se preocupar sobre suas mentiras serem expostas. Não façam acordos corruptos que vocês não terão que se preocupar sobre sua corrupção sendo desnudada.” A mensagem termina com tom ameaçador: “Não cometam o erro de desafiar o Anonymous”.
Em um vídeo no qual a mensagem é narrada, aparecem hackers utilizando a máscara do personagem principal do filme V de Vingança, o qual conta a história de um homem mascarado, conhecido apenas pelo codinome V, que convoca seus compatriotas a se rebelar, com armas, contra a tirania e a opressão do governo da Inglaterra. No filme, o personagem tem o mesmo ideal dos hackers: “trazer liberdade e justiça ao país”.
Fonte Gazeta do Povo
Hackers fazem novo ataque e tiram site do IBGE do ar nesta sexta. (Não fui eu)
A página na Internet do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aparece com o título "IBGE Hackeado - Fail Shell"
O site do IBGE foi alvo de hackers e ficou fora do ar nesta sexta-feira (24), em mais uma ação desse tipo contra sites da Internet do governo brasileiro.
A página na Internet do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aparece com o título "IBGE Hackeado - Fail Shell". Logo abaixo, foi publicada uma imagem de um olho humano, nas cores verde, amarelo e azul da bandeira nacional e com a inscrição "Ordem e Progresso".
A página apresenta ainda uma mensagem dizendo que este mês o governo "vivenciará o maior número de ataques de natureza virtual na sua história feito pelo Fail Shell".
Segundo o texto, esses ataques são uma forma de protesto "de um grupo nacionalista que deseja fazer do Brasil um país melhor".
Na quinta-feira (23), o site da Presidência, que hospeda informações que são públicas e não sigilosas, sofreu "acessos simultâneos" que tiraram o portal do ar. Segundo uma porta-voz do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), a ação não foi para roubar dados.
A Presidência informou ainda que foram feitos serviços de manutenção em alguns sites do governo para deixá-los mais seguros contra acessos de hackers.
A página do Ministério dos Esportes também foi alvo dos ataques e esteve fora do ar por boa parte do dia.
O grupo de hackers denominado LulzSecBrazil afirmou no microblog Twitter na quinta que copiou dados protegidos no site do ministério, mostrando supostas diferenças entre contribuições e recebimentos de dinheiro do governo federal em Estados que serão sede dos jogos da Copa do Mundo, em 2014.
Além disso, o grupo divulgou dados pessoais da presidente Dilma Rousseff e do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.
O mesmo grupo reivindicou na quarta-feira (22) a autoria de um ataque ao site da Petrobras, que ficou fora do ar. O grupo também tentou invadir, sem sucesso, o site da Receita Federal, segundo o governo.
Fonte Gazeta do Povo
O site do IBGE foi alvo de hackers e ficou fora do ar nesta sexta-feira (24), em mais uma ação desse tipo contra sites da Internet do governo brasileiro.
A página na Internet do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aparece com o título "IBGE Hackeado - Fail Shell". Logo abaixo, foi publicada uma imagem de um olho humano, nas cores verde, amarelo e azul da bandeira nacional e com a inscrição "Ordem e Progresso".
A página apresenta ainda uma mensagem dizendo que este mês o governo "vivenciará o maior número de ataques de natureza virtual na sua história feito pelo Fail Shell".
Segundo o texto, esses ataques são uma forma de protesto "de um grupo nacionalista que deseja fazer do Brasil um país melhor".
Na quinta-feira (23), o site da Presidência, que hospeda informações que são públicas e não sigilosas, sofreu "acessos simultâneos" que tiraram o portal do ar. Segundo uma porta-voz do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), a ação não foi para roubar dados.
A Presidência informou ainda que foram feitos serviços de manutenção em alguns sites do governo para deixá-los mais seguros contra acessos de hackers.
A página do Ministério dos Esportes também foi alvo dos ataques e esteve fora do ar por boa parte do dia.
O grupo de hackers denominado LulzSecBrazil afirmou no microblog Twitter na quinta que copiou dados protegidos no site do ministério, mostrando supostas diferenças entre contribuições e recebimentos de dinheiro do governo federal em Estados que serão sede dos jogos da Copa do Mundo, em 2014.
Além disso, o grupo divulgou dados pessoais da presidente Dilma Rousseff e do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.
O mesmo grupo reivindicou na quarta-feira (22) a autoria de um ataque ao site da Petrobras, que ficou fora do ar. O grupo também tentou invadir, sem sucesso, o site da Receita Federal, segundo o governo.
Fonte Gazeta do Povo
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