domingo, 26 de junho de 2011

Crackers da Lulz Security anunciam fim de suas atividades, mas não no Brasil.

Grupo conclama usuários para 'revolução' após cinquenta dias de ataques contra sites de governos e empresas multinacionais

O grupo de crackers Lulz Security anunciou o fim de suas atividades após expirar o período de cinquenta dias que havia estabelecido para agir. O LulzSec, como é chamado, ganhou fama depois de ataques contra sites de governos e empresas multinacionais. 
Apesar do anúncio de despedida, o braço brasileiro do grupo, chamado de LulzSecBrazil, continuou divulgando pelo Twitter novos ataques contra sites governamentais. De acordo com as mensagens deixadas pela "matriz brasileira", o grupo age no Brasil contra a corrupção. Entre as recentes vítimas de ataques reivindicados pelo grupo, estariam as páginas da Presidência da República, do governo e da Petrobrás. Um vídeo veiculado no site Youtube na quarta-feira passada supostamente pela união firmada entre a LulzSecBrazil e o Anonymous – grupo de crackers mais antigo, formado em 2003 -  dá a entender que os ataques no Brasil devem continuar.
O braço internacional, em seu ‘comunicado final’, divulgado pelo Twitter, afirma que os "seis tripulantes" do LulzSec expressaram o desejo de que outros internautas assumam a causa e que "o movimento se manifeste em uma revolução capaz de continuar sem nós". O LulzSec se declara responsável por ataques contra sites de diversas instituições, como a agência de inteligência americana (CIA), o Senado dos Estados Unidos, a rede de televisão Fox, a companhia telefônica AT&T e empresas de jogos eletrônicos Sony e Nintendo.

Fonte Veja

Governo interfere e quer petista no Incra-SP


Indicação do engenheiro agrônomo José Giácomo Baccari foi apadrinhada pelo ex-ministro Antonio Palocci, pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, e pelo Secretário-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho

O governo federal decidiu apressar a sucessão no Incra de São Paulo e convidou o engenheiro agrônomo José Giácomo Baccarin para ocupar a superintendência do órgão. A mudança é uma tentativa de apagar o incêndio que tomou conta da regional, imersa em uma crise que envolve a apuração, pela Polícia Federal, de suposto desvio de verbas federais destinadas à realização da reforma agrária no Estado.

Propenso a aceitar o convite, o petista, o mais cotado na lista de indicados, pediu uma conversa com o presidente nacional do Incra, Celso Lisboa de Lacerda, para tratar de rotina e agenda. Baccarin é professor de agronomia na Universidade Estadual Paulista (Unesp) e pretende conciliar os compromissos à frente da regional com a vida acadêmica.

Sua indicação foi apadrinhada pelo ex-ministro Antonio Palocci, pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, e pelo Secretário-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho. A escolha - a única entre os cargos do segundo escalão em São Paulo ainda pendentes - casa com um desejo da presidente Dilma Rousseff de ter nomes mais técnicos em sua administração.

Os outros nomes indicados foram os de Wellington Diniz, coordenador de movimentos populares do PT-SP, cuja candidatura teve o patrocínio do líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira, e Lafayete Biet, advogado ligado à Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Baccarin terá de construir uma ponte com os movimentos sociais, que o veem como um homem ligado ao agronegócio. Esses movimentos apoiavam a candidatura de Wellington Diniz. A superintendência comanda 133 cargos, dos quais 20 são de confiança. Em 2010, a autarquia gastou R$ 82 milhões. O orçamento para 2011 ainda não foi definido.
(Fonte Agência Estado)

 

Os segredos de Sarney e Collor

Então está tudo certo. Não passou de mais um mal entendido da série de incompreensões que insiste em perturbar os primeiros meses do governo Dilma Rousseff. A presidente, que antes não queria, depois queria, e agora não quer de novo, enterrou de vez essa história de sigilo eterno para documentos ultrassecretos.
Livrou-se da indução hipnótica dos ex-presidentes José Sarney e Collor de Mello, que queriam porque queriam trancafiar segredos para todo o sempre.
Quem estalou os dedos e quebrou o encanto foi o Itamaraty. Assegurou que o Paraguai não reivindicará territórios de volta, que não há conflitos passados que perturbem o Acre nem qualquer outra fronteira geográfica ou de amizade entre os países com os quais o Brasil se relaciona ou se relacionou desde o descobrimento.
Só resta saber por quais sigilos Sarney e Collor tanto se bateram. Queriam esconder o que?
Como vão guardar em segredo absoluto suas motivações, permite-se liberdade plena para qualquer tipo de conclusão. E, a julgar pela folha corrida de ambos, nada indica ser boa coisa.
Não vamos descobrir nunca. Talvez as próximas gerações até consigam, caso o Senado não modifique a proposta da Câmara de abrir os documentos ao público em, no máximo, 50 anos.
Mas a realidade não se pode esconder.
Donos e herdeiros de clãs que dominam seus estados e dão cartas em outros tantos, Sarney e Collor fizeram glória e fortuna exatamente nos maiores paraísos de miséria do país.
Em todos os indicadores sociais, o Maranhão de José Sarney só ganha das Alagoas de Collor de Mello. Os dois estados têm os piores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) – Maranhão, 0,683, e Alagoas, 0,677 - ; lideram os rankings de analfabetismo e de mortalidade infantil - Alagoas com 66 mortes por mil de crianças até um ano de vida e o Maranhão com 39 em mil -, e o de menor expectativa de vida. Somam-se aí taxas pornográficas de saneamento: o Maranhão tem apenas 1,4% de esgoto tratado, de acordo com dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico.
Ao querer manter debaixo do tapete atos de quando ocupavam o Palácio do Planalto – único motivo plausível para tanto empenho no sigilo eterno de documentos – Sarney e Collor, que, como se vê, não têm qualquer apreço pela população de seus estados, condenando-as à pobreza eterna, perpetuam-se como símbolos do que há de mais nocivo ao país.
E isso não é segredo.
Enviado ao Blog do Noblat por Mary Zaidan: jornalista, trabalhou nos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo, em Brasília. Foi assessora de imprensa do governador Mario Covas em duas campanhas e ao longo de todo o seu período no Palácio dos Bandeirantes. Há cinco anos coordena o atendimento da área pública da agência 'Lu Fernandes Comunicação e Imprensa, @maryzaidan

Igreja evangélica gay distribui panfletos na Paulista

Integrantes da Igreja Cristã Evangelho Para Todos estão desde as 11h distribuindo panfletos na avenida Paulista, na concentração para a 15ª Parada do Orgulho GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros). "Para Deus somos todos iguais. Amor não é pecado". É o que dizem os papéis que estão circulando pela avenida.
"Nós só queremos que as pessoas respeitem o que Jesus Cristo disse há 2.000 anos, que todos devem se amar", disse o pastor Silvio Pompeu, 30 anos, autônomo. Segundo ele, a igreja existe desde 2001 e recebe cerca de 180 pessoas todas as quintas-feiras, dia de culto. 
A avenida Paulista já está tomada pelas pessoas que chegam para participar da parada. Focos de concentração se formam em frente ao Masp, calçada do parque Trianon e Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Algumas famílias com crianças também participam do evento.
A enfermeira Katty Cristiane da Silva, 26 anos, chegou a parada às 11h30 com o filho Jacob, de 10 meses, a tiracolo. Carregando o bebê em uma sling ela dançava ao som de música eletrônica, ao lado da mãe, Korine Aaparecida, de 59 anos, e o sobrinho Kevin, de 11 anos, que vem a parada desde os sete anos. "Não temos gays na família, mas adoramos esta festa. Aqui todo mundo é igual", disse Katty, que é católica. A família vem de Pedreira, zona sul de São Paulo.
A parada deve acontecer debaixo de chuva. O tempo está fechado e por volta das 12h começou a chiover fraco na Paulista. A previsão do CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) para as próximas horas é que ocorram pancadas de chuva em toda a cidade.
Segundo os organizadores do evento, cerca de 3 milhões de pessoas são esperadas para acompanhar o desfile com trios elétricos pela região central de São Paulo. A parada começa na avenida Paulista e segue pela rua da Consolação até a praça Roosevelt, no centro da cidade.
Fonte Folha de São paulo

sábado, 25 de junho de 2011

Brigada Militar do RS tira site do ar após invasão de hackers

Porto alegre - O site da Brigada Militar do Rio Grande do Sul foi tirado do ar neste sábado, por decisão da corporação, para revisão de todo o banco de dados, depois de ter sido invadido por hackers.
No ataque, feito durante a madrugada, os intrusos acessaram tabelas da área de gerenciamento e divulgaram parte delas, em linguagem codificada, pelo Twitter.
Uma varredura inicial mostrou que os dados não são sigilosos. Mesmo assim, provocou preocupações, por revelar alguma fragilidade no sistema.
"A exemplo do que fizeram em várias partes do Brasil, foi mais uma demonstração ao estilo dos pixadores, do tipo 'estivemos aqui'", avalia o coronel Lucas Andrade, diretor do Departamento de Informática da Brigada Militar.
A invasão também fará com que a Brigada Militar antecipe o lançamento de sua nova página para os primeiros dias desta semana. A substituição já estava encaminhada e seria feita até o início de julho.

Fonte Exame

Site do governo do Mato Grosso também é invadido por hackers

Crime cibernético ocorre no mesmo dia em que a página de internet da Universidade de Brasília foi hackeada

 

São Paulo - A onda de invsaões de hackers aos sites governamentais brasileiros continua. Neste sábado (25), além da página da Universidade de Brasília (UnB), o site da secretaria de administração de Mato Grosso (www.sad.mt.gov.br) ficou fora do ar durante a madrugada.

"O site sofreu ações de hackers neste sábado. Assim que foi identificada a alteração na página, a mesma foi retirada do ar", informou a assessoria de imprensa da secretaria de administração do Estado.
Segundo informações do Centro de Processamento de Dados de Mato Grosso (Cepromat), técnicos do órgão já estão trabalhando para verificar de que forma e por onde ocorreu o ataque dos hackers. "É importante informar que nenhum sistema ou informações sofreu alterações. O ataque foi isolado, atingindo apenas a página principal do site", acrescenta o comunicado.
Ainda neste sábado, a página na internet da Universidade de Brasília também foi invadida por hackers. Notícias que estavam na abertura do portal foram alteradas, fazendo piadas. Até o início da tarde de hoje, o site estava fora no ar. No endereço eletrônico era informado que o portal estava "em manutenção".

Fonte Veja on-line

 

"Todos que vierem contra nós sofrerão as consequências', diz pessoa ligada a LulzSec

Nesta sexta-feira (24), mais um site de órgão do governo brasileiro foi atacado por hackers. Desta vez, a invasão foi "assinada" pelo Fail Shell, que afirma ser nacionalista e critica outros dois grupos, o LulzSec e o Anonymous. O braço brasileiro do LulzSec reivindicou outros ataques realizados a sites do governo durante a semana e o vazamento de dados de políticos e, nesta sexta-feira (24), informações pessoais de funcionários da Petrobras, como CPF e dados bancários. A Folha de S.Paulo entrou em contato com um dos que estavam na lista vazada, que confirmou a veracidade dos dados. Mais tarde, a Petrobras divulgou nota afirmando que sua rede não foi invadida e não sofreu qualquer alteração de conteúdo ou violação de informação.

ÉPOCA conversou com a pessoa que seria a responsável pelo cadastro e a atualização do site do LulzSecBrazil. Ela diz que o grupo tem uma "causa" e pretende promover manifestações nas ruas. Questionada sobre qual seria a crítica, que se tornou o alvo dos ataques, ela afirma em linhas gerais, sem metas objetivas: "acima de tudo em relação à liberdade de expressão, pois tentam nos calar diante dos fatos. Depois, o que todos os brasileiros estão cansados de saber: saúde pública, ensino, segurança e etc... E também que as leis deste país não são cumpridas quando se trata de um político".

ÉPOCAPor que decidiu se juntar ao LulzSec? Você se considera o fundador do grupo aqui no Brasil?
Me juntei ao grupo pois me identifiquei com a causa, fundamos o LulzSecBrazil após contatos constantes com o LulzSec.

ÉPOCAO que há de importante na missão do LulzSecBrazil?
Nossa missão é informar os brasileiros do que acontece nos bastidores do governo e fazer com que abracem nossa causa para que possamos fazer uma revolução neste país.

ÉPOCAO que você acha da repercussão da mídia sobre os ataques?
Essa foi nossa primeira meta, assim conseguimos que todos olhassem para nós e para a nossa causa.

ÉPOCAAlguns dizem que o conhecimento de vocês é limitado porque os ataques têm sido, na maioria, de DDoS (Distributed Denial of Service, várias máquinas acessando um único site, derrubando-o pelo excesso de requisições). O que você diz sobre isso?
Como disse, os primeiros ataques foram apenas para chamar a atenção para nossa causa, a partir de agora iremos divulgar os dados obtidos em nossas investidas.

ÉPOCAVocês pretendem provar, de alguma forma, que os dados divulgados sobre a Dilma e o Kassab, por exemplo, são verdadeiros?
São verdadeiros.

ÉPOCAQual é a maior crítica de vocês ao governo? E à sociedade como um todo?
Acima de tudo em relação à liberdade de expressão, pois tentam nos calar diante dos fatos. Depois, o que todos os brasileiros estão cansados de saber: saúde pública, ensino, segurança e etc... E também que as leis deste país não são cumpridas quando se trata de um político (leis falhas por sinal).

ÉPOCAQual é a ligação de vocês com a matriz, digamos assim, do LulzSec?
Somos o braço deles aqui no brasil. Somos apenas um. Mantemos contato constante.

ÉPOCAVocê tem medo de ser pego? Por quê?
Não, medo é uma palavra que não costumo usar. Não podemos ter medos de enfrentar os governantes que querem tornar o povo burro para que eles possam controlar o Brasil.

ÉPOCAJá foi ameaçado por alguém?
Sofremos ameças a cada minuto, mas não nos deixamos abater.

ÉPOCAO que você acha dos hackers empenhados em desmacarar grupos como o LulzSec?
Todos que vierem contra nós sofrerão as consequências.

ÉPOCAO que seriam essas consequências?
Prefiro não dizer pois pode prejudicar nossas próximas investidas.

ÉPOCAComo você avalia essa comoção dos internautas para ajudar a causa que estão defendendo? O apoio pelo Twitter, pelo IRC. Qual tem sido a contribuição das pessoas?
Já esperávamos por essa repercussão, e ficamos muito felizes por várias pessoas estarem nos apoiando nessa causa, todos são bem vindos.

ÉPOCAQuantos membros têm o LulzSecBrazil, você pode me dizer?
Impossível contar a quantidade atualmente, mas começamos apenas com cinco integrantes. A cada minuto, surgem membros novos dispostos a lutar pela causa.

ÉPOCAQuais são os próximos passos? Depois desta semana turbulenta, o que vocês ainda pretendem fazer?
Estamos reunindo informações que vão expor nosso governo corrupto, planejando manifestações nas ruas e outras coisas que não posso revelar no momento.

ÉPOCAVocês não acham arriscado se expor nas ruas?
Não, pois no meio de milhares de pessoas, impossível saber quem participou de algum ataque. E também porque manifestações podem ser feitas por pessoas comuns que não tiveram relação direta com os ataques aos sites.


Fonte Época

Site da UnB é invadido por hackers


O site da Universidade de Brasília (UnB) foi invadido por hackers na madrugada deste sábado (25). Notícias que estavam na abertura do portal foram alteradas e, em seu lugar, foram publicadas piadas. Até o meio da tarde de hoje, o site estava fora no ar. No endereço eletrônico era informado que o portal estava "em manutenção".
O prefeito do campus, Paulo César Marques, que descobriu o problema ainda na madruga, disse ao site campus online, da Faculdade de Comunicação da UNB, que foi o primeiro a avisar o centro de processamento de dados da instituição, que retirou a página do ar para fazer correções. A Polícia Federal (PF) foi informada do ataque e a própria universidade está investigando o caso.
De acordo com a universidade, parece não ter havido vazamento de dados, mas apenas a alteração de notícias que estavam na página virtual. Em uma delas, os hackers colocaram a falsa informação de que o reitor da instituição havia sido assaltado. Em outra, que serão feitas mais festas no campus. Uma terceira diz que na próxima segunda-feira começaria a "Semana do Sexo".

Em torno da causa gay


Toda a campanha em favor da causa gay, e que orienta a aprovação do projeto de lei 122, em tramitação no Senado, parte de uma mesma premissa: haveria, no Brasil, um surto de homofobia – isto é, hostilidade e ameaça física aos gays.
A premissa não se sustenta estatisticamente. Os números, comparativamente aos casos gerais de homicídios anuais no país – cerca de 50 mil! -, são irrelevantes.
Segundo o Grupo Gay da Bahia, de 1980 a 2009, foram documentados 3.196 homicídios de homossexuais no Brasil, média de 110 por ano.
Mais: não se sabe se essas pessoas foram mortas por essa razão específica ou se o crime se deu entre elas próprias, por razões passionais, ou pelas razões gerais que vitimam os outros 49 mil e tantos infelizes, vítimas do surto de insegurança que abala há décadas o país.
Se a lógica for a dos números, então o que há é o contrário: um surto de heterofobia, já que a quase totalidade dos assassinatos se dá contra pessoas de conduta hetero.
O que se constata é que há duas coisas distintas em pauta, que se confundem propositalmente e geram toda a confusão que envolve o tema.
Uma coisa é o movimento gay, que busca criar espaço político, com suas ONGs e verbas públicas, ocupando áreas de influência, com o objetivo de obter estatuto próprio, como se opção de conduta sexual representasse uma categoria social.
Outra é o homossexualismo propriamente dito, que não acrescenta nem retira direitos de cidadania de ninguém.
Se alguém é agredido ou ameaçado, já há legislação específica para tratar do assunto, independentemente dos motivos alegados pelo agressor. Não seria, pois, necessário criar legislação própria.
Comparar essa questão com o racismo, como tem sido feito, é absolutamente impróprio. Não se escolhe a raça que se tem e ver-se privado de algum direito por essa razão, ou previamente classificado numa categoria humana inferior, é uma barbárie.
Não é o que se dá com o homossexualismo. As condutas sexuais podem, sim, ser objeto de avaliação de ordem moral e existencial, tarefa inerente, por exemplo (mas não apenas), às religiões.
Elas – e segue-as quem quer – avaliam, desde que existem, não apenas condutas sexuais (aí incluída inclusive a dos heterossexuais), mas diversas outras, que envolvem questões como usura, intemperança, promiscuidade, infidelidade, honestidade etc.
E não é um direito apenas delas continuar sua pregação em torno do comportamento moral humano, mas de todos os que, mesmo agnósticos, se ocupam do tema, que é também filosófico, político e existencial.
Assim como o indivíduo, dentro de seu livre arbítrio, tem a liberdade de opções de conduta íntima, há também o direito de que essa prática seja avaliada à luz de outros valores, sem que importe em crime ou discriminação. A filosofia faz isso há milênios.
Crime seria incitar a violência contra aqueles que são objeto dessa crítica. E isso inexiste como fenômeno social no Brasil. Ninguém discute o direito legal de o homossexual exercer sua opção. E a lei lhe garante esse direito, que é exercido amplamente.
O que não é possível é querer dar-lhe dimensão que não tem: de portador de direitos diferenciados, delírio que chega ao extremo de se cogitar da criação de cotas nas empresas, universidades e partidos políticos a quem fez tal opção de vida.
Mesmo a nomenclatura que se pretende estabelecer é falsa. A união de dois homossexuais não cria uma família, entendida esta como uma unidade social estabelecida para gerar descendência e permitir a continuidade da vida humana no planeta.
Casamento é instituição concebida para organizar socialmente, mediante estatuto próprio, com compromissos recíprocos, a geração e criação de filhos.
Como aplicá-lo a outro tipo de união que não possibilita o que está na essência do matrimônio? Que se busque então outro nome, não apenas para evitar confusões conceituais, mas até para que se permita estabelecer uma legislação que garanta direitos e estabeleça deveres específicos às partes.
Há dias, num artigo na Folha de S. Paulo, um líder de uma das muitas ONGs gays do país chegou a afirmar que a heterossexualidade não resultaria da natureza, mas de mero (e, pelo que entendi, nefasto) condicionamento cultural, que começaria já com a criança no ventre materno.
Esqueceu-se de observar que, para que haja uma criança no ventre materno, foi necessária uma relação heterossexual, sem a qual nem ele mesmo, que escrevia o artigo, existiria.
Portanto, a defesa de um direito que não está sendo contestado – a opção pelo homossexualismo – chegou ao paroxismo de questionar a normalidade (e o próprio mérito moral) da relação heterossexual, origem única e insubstituível da vida. Não há dúvida de que está em cena um capítulo psicótico da história.

Ruy Fabiano, jornalista (via blog do Noblat) http://migre.me/57jk0

Hugo Chavez luta pela vida

Deu no blog do Noblat (via twitter ): O governo da Venezuela confirma oficialmente que "é crítico" o estado de saúde do presidente Hugo Chávez, operado em Cuba.
Nicolás Maduro, ministro das Relações Exteriores da Venezuela, disse que Chávez "luta pela vida".

O negócio dele é gastar


        O perdulário- Pinto Itamaraty: você nunca ouviu falar nele, mas ele sabe esbanjar

O maranhense Pinto Itamaraty é um daqueles personagens que ninguém sabe direito o que faz no Congresso. Tucano e empresário do reggae em São Luís, Pinto economiza em discursos e propostas, mas não poupa dinheiro da Câmara. Tornou-se o campeão de despesas da cota para a atividade parlamentar. Nesta legislatura, já gastou 155 000 reais em contas de telefone, correios, combustível e outros serviços. A comparação com os “pães-duros” da Câmara revela um abismo. José Antonio Reguffe (PDT-DF), o mais rigoroso de todos, usou 4 000 reais da verba no período. Já Miro Teixeira (PDT-RJ) foi o vice-líder no ranking de austeridade: consumiu pouco mais de 7 000 reais.
Por Lauro Jardim (via radar on-line ... 
http://veja.abril.com.br )

O filho de FHC que não é dele


Dois exames de DNA, o último deles feito no início do ano, deram um desfecho surpreendente a uma história envolta em muita discrição há duas décadas: Tomás, de 19 anos, o rapaz que FHC reconheceu oficialmente como filho em 2009 em um cartório espanhol, não é filho do ex-presidente.
Embora só tenha perfilhado Tomás há dois anos, FHC sempre ajudou a jornalista Miriam Dutra, sua mãe, a sustentá-lo. Como morava entre Portugal e Espanha, para onde Miriam foi enviada pela Globo pouco antes do seu nascimento, Tomás tinha contato com FHC quando o ex-presidente viajava para a Europa.
A situação, porém, sempre foi envolta em total reserva, quebrada somente com a publicação pela jornalista Mônica Bergamo de uma reportagem sobre o reconhecimento de Tomás na Folha de S. Paulo, em 2009.
Lauro Jardim, VEJA (via Blog do Noblat)

PF investiga fornecedor de adesivos para campanha de Cabral.

A Polícia Federal investiga um dos fornecedores de adesivos para a campanha de reeleição do governador Sérgio Cabral Filho (PMDB). A Soroimpress Comércio de Produtos Gráficos, com características de empresa de fachada, recebeu R$ 33 mil nas eleições do peemedebista.
O inquérito tem como investigado apenas Cabral e a empresa, cuja relação foi revelada pela Folha em outubro do ano passado. Mas a Soroimpress forneceu material de campanha para 83 candidatos e dois partidos. Recebeu, no total, R$ 5 milhões.
O Comitê Financeiro Único do PMDB-RJ, principal doador da campanha de Cabral, pagou R$ 523 mil à empresa. O principal cliente da Soroimpress foi o senador Lindberg Farias (PT), que pagou R$ 640 mil. Ele não é investigado no inquérito.
No endereço declarado como sede da empresa havia um prédio em construção. As duas sócias que constavam no contrato social eram duas senhoras de 84 anos. Uma não foi localizada no endereço indicado à Junta Comercial. A outra pouco sai de casa, segundo funcionários do prédio onde ela vive.
Em março, a PF pediu esclarecimentos a Cabral, mas ainda não recebeu resposta.
A assessoria de imprensa do governador manteve a posição dada à época da campanha, quando afirmou que não faz "checagem de endereços" dos fornecedores de campanha.
Disse que divulgou o interesse na compra de adesivos "no mercado" e recebeu a oferta da empresa. Alegou ainda que a Soroimpress estava ativa na Receita Federal à época da contratação.
A assessoria disse que o governador ainda não respondeu à PF porque ainda não foi "intimado pessoalmente a se manifestar".
O senador Lindberg Farias (PT-RJ) afirmou, após a eleição, que optou pela empresa porque ela não apresentava pendências na Receita Federal e ofereceu garantias de preços e prazos de entrega.
A reportagem não localizou representantes da empresa.

Fonte Folha de São Paulo.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Esmael Morais continua censurado por Beto Richa



Blog do Esmael voltou ao ar, mas continua censurado pela justiça paranaense, via exigência do Governador Beto Richa (PSDB). O jornalista e blogueiro Esmael Morais foi autorizado a retornar com seu Blog, mas qualquer crítica ao Governador Carlos Alberto está censurada previamente, o que é inconstitucional. Esmael Morais, por meio dos seus advogados, já está recorrendo da censura impingida por Beto Richa e a (in)Justiça paranaense nos tribunais superiores (STF e STJ).
Esmael Morais não pode criticar a possibilidade do governador privatizar a Copel, Sanepar e Celepar; não pode criticar a fala de Beto Richa de que a contratação de sua esposa como Super-Secretária da Família e Desenvolvimento Social não é nepotismo porque ela é rica; não pode criticar a apatia do Governo de Carlos Alberto, que por enquanto não disse a que veio.
via Blog do Tarso

MACONHA NA CADEIA É LUXO

Luiz Alberto Mendes fala sobre como, na prisão, a erva mostra todo seu poder terapêutico

na prisão, a erva mostra todo o seu poder terapêutico. Relaxa e alivia a tensão. Quando não tem é o fim. Qualquer coisa é motivo para três ou quatro saírem se socando ou se esfaqueando


Maconha é o lenitivo do preso. A rotina esmagadora do presídio serve unicamente para estupidificar o ser humano dentro dele. Leis são necessárias, não tenho dúvidas. E lei sem o elemento punitivo não funciona. Pelo menos não agora. 60% dos presidiários paulistas têm filhos. As mulheres presas aumentam para dramáticos 90%. Todos, mesmo que inconscientemente, querem os seus filhos e familiares protegidos. E a única forma de garantir segurança para todos são as leis. Todos sabem disso, até quem burlou a lei.
Mas o efeito punitivo, como vem sendo aplicado, apenas desumaniza. Não ensina sequer o mínimo: que aquele é o resultado de práticas não autorizadas pela lei. O índice de reincidência no Estado de São Paulo beira a 75%. Produz agonia, desespero e angústia. O sujeito fica ali improdutivo, sem aprender nada, abestalhando-se em frente à TV. Trabalho não tem nem para a metade deles. E, quando há, não valerá como profissão fora da prisão. Costurar bolas, por exemplo. Escola existe somente para 8,8% dos 170 mil homens aprisionados no Estado. E assim mesmo não é oficial, não certifica ninguém.

O que fazer? Ficar no pátio queimando ao sol? Assistir aos filmes malhados da Sessão da tarde? Não há nada que corrompa mais a alma de dentro do homem. Se o poder corrompe, a falta do que fazer mais que corrompe; estupidifica. É exatamente nesse momento que a maconha exerce todo o seu poder terapêutico. Relaxa, alivia toda a tensão gerada pelo ócio, pela mente parada e apagada a contemplar o nada. A vida que passa ali, na cara do sujeito, ele nem apercebe, doente da alma que está...

A correria do dia é arrumar o baseadinho da noite. Um “rabo de rato”, a “tripa de mico”. O preso entra para a tranca menos revoltado. A cela só vai abrir no outro dia, mas ele conseguiu seu passeio pelo mundo flutuante. É a certeza de engolir a alimentação horrível com algum prazer e da conversa animada com os parceiros de xadrez. Depois um dominó ou a novela e o sono libertador. É voz corrente que quando o preso dorme está livre. Acordá-lo é falha imperdoável. Somente em emergências extremas ou morte iminente.

Quando não tem maconha na prisão é o fim. À noite ninguém dorme. De manhã dá para ver aquelas caras barbadas e mal-humoradas, chacoalhando as grades, na espera do guarda para abrir as portas. Ansiosos, nervosos e já sabendo exatamente como cada segundo do novo dia vai se desdobrar. A cota de dor, de angústia pesada, baixa como uma neblina. O pátio fica sinistro. Qualquer coisa é motivo para dois, três ou quatro já saírem se socando ou se esfaqueando. O guarda, ao ver sangue, começa a soprar seu apito e todos na prisão já sabem que “o bicho está pegando”.

Perna de grilo
Mas, se logo cedo o preso consegue uma “perna de grilo” para fumar após o café da manhã, ah... Quando o guarda abre a porta está arriscado a tomar um “bom dia!” entusiasmado logo pela cara. Quando um fuma, quase todos do xadrez que são fumantes também fumam. O baseado é uma das coisas mais democráticas que conheço. Em uma “banca”, cada um dá dois “pegas”, assim medidos criteriosamente, e passa. É o “proceder”.

Os presos mais velhos ou que estão cumprindo mais anos geralmente não fumam. Sabem que, se hoje tem, amanhã provavelmente não terá. É melhor segurar a onda quando tem para depois, quando não tiver, não ficar angustiado, sem fome, sem sono e mal-humorado. Afirmam que maconha na cadeia é luxo; só tem quem pode. O preso mais experiente é realista e se torna duro como pedra para sobreviver.

Os sonhos de liberdade que as muralhas impedem, a maconha desperta pela imaginação. Sem dúvida é uma fuga da realidade. Mas que alternativa possui o homem aprisionado?

*Luiz Alberto Mendes, 58, é autor de Memórias de um sobrevivente. Seu e-mail élmendesjunior@gmail.com
via revista trip (http://migre.me/576QZ)

Governo Federal desrespeita acordo e amplia gastos com terceirizados.


BRASÍLIA -A contratação de pessoal terceirizado para áreas administrativas, em funções consideradas irregulares pelo Ministério Público do Trabalho, como secretariado e secretariado-executivo, é generalizada nos órgãos do governo federal. Levantamento feito pelo GLOBO nas notas de empenho de empresas que fornecem esses serviços mostra que em pelo menos 52 órgãos, vinculados a 23 ministérios ou à própria Presidência da República, existem funcionários contratados nessas condições.

Usada em larga escala no governo Lula, a contratação de mão de obra terceirizada foi mantida e até turbinada na atual gestão, de acordo com o que indicam os números da execução orçamentária. De janeiro a maio, as despesas com terceirização somaram R$ 1,33 bilhão, 21% acima do que foi gasto no mesmo período de 2010: R$ 1,1 bilhão.
O aumento dessas despesas contraria o discurso que é a marca do atual governo, de fazer mais com menos. Os valores consideram os gastos com dois itens da despesa orçamentária: "locação de mão de obra" e "despesas com pessoal decorrente de contratos terceirizados".
Irregularidade até na ControladoriaEssas contratações foram feitas, inclusive, por órgãos ligados à Presidência da República. A própria Controladoria-Geral da União (CGU), que fiscaliza os demais órgãos do governo, mantém terceirizados em funções que, segundo o Ministério Público do Trabalho, teriam que ser exercidas por funcionários concursados.
Um empenho orçamentário da empresa PH Serviços e Administração mostra que a CGU contratou auxiliares administrativos, secretárias e supervisores para a área administrativa. Segundo o Portal da Transparência, os gastos da CGU com serviços terceirizados foram de R$ 1,5 milhão até março.
Outros órgãos ligados à Presidência, como o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), também mantêm terceirizados em situação irregular. O Ipea contratou auxiliares de escritório e assistentes administrativos, enquanto o ITI recorreu a "auxiliares administrativos II".
O decreto presidencial 2.271, de 1997, que regulamentou a contratação de serviços na administração direta federal, autarquias e fundações, permite o uso de terceirizados para serviços de limpeza e conservação, copeiragem, segurança, vigilância, recepção, transportes, informática e outras atividades consideradas acessórias. Mas veda a terceirização em funções previstas nos planos de carreiras dos órgãos, à luz do que determina a Constituição - que prevê o ingresso no serviço público por meio de concurso.
Termo de Conciliação >kern 0.3pt<foi desrespeitado
Em 2007, o Ministério Público do Trabalho firmou um Termo de Conciliação Judicial com o Executivo para a substituição de terceirizados irregulares até dezembro de 2010, com base no decreto 2.271, e o governo promoveu a substituição da maior parte dos terceirizados enquadrados no termo.
Mas o levantamento mostra que outras contratações foram feitas à revelia do acordo, com base em uma interpretação elástica do decreto 2.271. O governo está usando as empresas prestadoras de serviços para contratar secretárias, digitadores e pessoal para serviços de apoio administrativo em geral, funções não previstas no decreto e que não podem ser terceirizadas, na visão do Ministério Público do Trabalho.
O Ministério da Fazenda, por exemplo, terceirizou a contratação de secretárias sêniores, secretárias-$e de nível médio, que trabalham em vários órgãos: na sede, na Receita Federal e na Superintendência de Seguros Privados (Susep), entre outros, segundo as notas de empenho das empresas prestadoras de serviço.
O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) contratou terceirizados para o exame de pedidos de registro de marcas, função diretamente ligada à atividade fim do órgão.
Já o Ministério dos Transportes contratou terceirizados para funções de "apoio técnico e organização de acervos" na Rede Ferroviária Federal (RFFSA). Embora a empresa tenha sido desestatizada em 1999 e extinta em 2007, entre janeiro e março foi gasto R$ 1,5 milhão com serviços terceirizados para atender à inventariança.
Sobre essas contratações não há qualquer controle externo, já que as listas de funcionários terceirizados são guardadas a sete chaves pelas $prestadoras de serviço que fornecem mão de obra.
No relatório de contas de 2010, divulgado na semana passada, o Tribunal de Contas da União (TCU) alertou para o problema dos terceirizados irregulares e para o aumento dos gastos com terceirização no governo federal, com base em um balanço concluído em abril pelo Ministério do Planejamento onde constam 18 mil terceirizados irregulares na administração pública.
"O maior aumento está na Educação" Mas diversos órgãos que usam serviços de terceirizados em funções administrativas consideradas irregulares ficaram de fora da lista. Pelo levantamento, estão nessa situação os três órgãos ligados à Presidência da República e os ministérios do Turismo, Cidades, Pesca e $, além de quatro agências reguladoras.
O Ministério do Planejamento afirma que o aumento das despesas com os terceirizados decorre da expansão de estruturas de atendimento ao cidadão:
"O maior aumento está na pasta da Educação, onde a multiplicação de novas universidades e novos campi, além da criação de grande número de novas escolas técnicas, implicam em locação de mão de obra para vigilância, limpeza e conservação, apoio administrativo, serviços de copa e cozinha, etc."


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Hackers anunciam “guerra” contra governos corruptos.

Grupos de ativistas da internet defendem a divulgação de dados sigilosos e dizem que dirigentes públicos honestos não precisam temer.

Os ataques a sites do governo brasileiro estão ligados aos dois maiores grupos de hackers do mundo, o LulzSec e o Ano-nymous, que se uniram e têm como objetivo principal “ex­­por a corrupção e segredos obscuros”. A mensagem está no site do grupo LulzSec, que convoca os hackers de todo o mundo para uma “declarada guerra aberta” contra todos os governos, bancos e grandes corporações mundiais. A guerra foi batizada por eles de “Operação Antissegurança”. “Toda e qualquer pessoa é fortemente incentivada a se juntar a nossa frota através da luta contra censura e governos corruptos. Nos aguardem” [sic], convidam os ativistas em um dos inúmeros textos com erro de ortografia.
Os ataques aos sites governamentais brasileiros começaram nesta se­­mana e não devem parar. No início da noite de ontem, pelo Twit­­ter, hackers do grupo Lulz­­Sec Brazil ameaçaram divulgar arquivos do governo do estado do Ceará e as supostas “máfias das licitações e de processos seletivos”.
Num pronunciamento ao povo brasileiro, postado no site do grupo LulzSec, os hackers afirmam que a intenção não é aterrorizar a população. “Anony­­mous vem observando a [sic] muito tempo a manipulação de informação largamente utilizada dentro do Brasil e chegou a hora de tomarmos uma atitude quanto a isso. Nossa mensagem é simples e deve ser ouvida por todos os governantes deste país: não mintam para o povo e vocês não terão que se preocupar sobre suas mentiras serem expostas. Não façam acordos corruptos que vocês não terão que se preocupar sobre sua corrupção sendo desnudada.” A mensagem termina com tom ameaçador: “Não cometam o erro de desafiar o Anonymous”.
Em um vídeo no qual a mensagem é narrada, aparecem ha­­ckers utilizando a máscara do personagem principal do filme V de Vingança, o qual conta a história de um homem mascarado, conhecido apenas pelo codinome V, que convoca seus compatriotas a se rebelar, com armas, contra a tirania e a opressão do governo da Inglaterra. No filme, o personagem tem o mesmo ideal dos hackers: “trazer liberdade e justiça ao país”.

Fonte Gazeta do Povo

Hackers fazem novo ataque e tiram site do IBGE do ar nesta sexta. (Não fui eu)

A página na Internet do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aparece com o título "IBGE Hackeado - Fail Shell"

O site do IBGE foi alvo de hackers e ficou fora do ar nesta sexta-feira (24), em mais uma ação desse tipo contra sites da Internet do governo brasileiro.
A página na Internet do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aparece com o título "IBGE Hackeado - Fail Shell". Logo abaixo, foi publicada uma imagem de um olho humano, nas cores verde, amarelo e azul da bandeira nacional e com a inscrição "Ordem e Progresso".
A página apresenta ainda uma mensagem dizendo que este mês o governo "vivenciará o maior número de ataques de natureza virtual na sua história feito pelo Fail Shell".
Segundo o texto, esses ataques são uma forma de protesto "de um grupo nacionalista que deseja fazer do Brasil um país melhor".
Na quinta-feira (23), o site da Presidência, que hospeda informações que são públicas e não sigilosas, sofreu "acessos simultâneos" que tiraram o portal do ar. Segundo uma porta-voz do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), a ação não foi para roubar dados.
A Presidência informou ainda que foram feitos serviços de manutenção em alguns sites do governo para deixá-los mais seguros contra acessos de hackers.
A página do Ministério dos Esportes também foi alvo dos ataques e esteve fora do ar por boa parte do dia.
O grupo de hackers denominado LulzSecBrazil afirmou no microblog Twitter na quinta que copiou dados protegidos no site do ministério, mostrando supostas diferenças entre contribuições e recebimentos de dinheiro do governo federal em Estados que serão sede dos jogos da Copa do Mundo, em 2014.
Além disso, o grupo divulgou dados pessoais da presidente Dilma Rousseff e do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.
O mesmo grupo reivindicou na quarta-feira (22) a autoria de um ataque ao site da Petrobras, que ficou fora do ar. O grupo também tentou invadir, sem sucesso, o site da Receita Federal, segundo o governo.

Fonte Gazeta do Povo

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Suspeito de envolvimento na morte de Louise Maeda se entrega à polícia

O terceiro suspeito de ter envolvimento na morte da universitária Louise Sayuri Maeda está preso na delegacia de Vigilância e Capturas, no Centro de Curitiba. Élvis de Souza, de 20 anos, se entregou à polícia por volta do meio-dia desta quinta-feira (23). Ele teve a prisão decretada no último fim de semana. Souza estava acompanhado de um advogado quando chegou à delegacia.
Segundo a polícia, o suspeito teria um relacionamento com Márcia do Nascimento, de 21 anos. Márcia era colega de trabalho de Louise e também está presa. Ela e Fabiana Perpétua de Oliveira- que também está detida - teriam articulado uma emboscada para Louise e podem ter contado com o auxílio de Souza.
Souza estava sendo submetido a uma acareação com Fabiana, por volta das 13h25. O delegado responsável pelo caso, Marcelo Lemos de Oliveira, disse que ainda não definiu se vai falar com a imprensa ao final do interrogatório ou se irá convocar uma coletiva para outra data.
A previsão é de que o interrogatório irá durar aproximadamente três horas.
O suspeito estava sem barba e sem cavanhaque quando se entregou à polícia nesta quinta – conforme a imagem que foi divulgada pela polícia na quarta-feira (22).
A bolsa que Louise carregava na noite do crime foi encontrada na casa do pai de Élvis. O objeto foi localizado durante as buscas que foram feitas por policiais da delegacia de Vigilância e Capturas no imóvel.
A polícia apreendeu e está fazendo perícia no veículo de Élvis, que pode ter sido usado no crime. Uma blusa encontrada na casa de Márcia teria manchas de sangue e também está sendo periciada. Para a polícia, as provas que estão sendo realizadas pelo Instituto de Criminalística (IC) e Instituto Médico Legal (IML) são essenciais para a resolução do caso.
Despedida
A prisão do suspeito ocorre no mesmo dia em que o corpo da jovem é cremado. Centenas de pessoas compareceram à cerimônia de despedida ao corpo da universitária Louise Sayuri Maeda , em uma capela no bairro São Francisco, em Curitiba, nesta quinta-feira (23). Familiares, amigos e pessoas que não conheciam Louise prestaram homenagens à universitária e fizeram fila para passar perto do caixão lacrado, onde está o corpo da jovem.
Familiares soltaram balões vermelhos e os amigos balões brancos ao fim do velório. Segundo a família, os balões representavam a passagem para outra vida.
Após a homenagem, o corpo seguiu para Campina Grande do Sul e a cerimônia de cremação será reservada aos familiares e amigos.
Crime
Louise desapareceu em 31 de maio após sair do trabalho. Ela era supervisora de uma iogurteria em um shopping da capital.
O corpo foi encontrado na última sexta-feira (17) em uma cava do Rio Iguaçu, em Curitiba. O cadáver trajava as roupas que a universitária usava quando desapareceu, mas como estava em avançado estado de decomposição, o reconhecimento foi feito por meio de um exame papiloscópico (de confronto de digitais) no IML.
Duas mulheres foram presas no sábado (18) suspeitas de participar do assassinato da universitária. As duas tiveram a prisão temporária decretada no fim de semana. Em uma coletiva realizada na segunda-feira (20), a polícia revelou que Louise foi vítima de uma emboscada, que teria sido articulada por duas colegas de trabalho.
A primeira hipótese era de que Louise teria descoberto que uma das funcionárias estaria desviando dinheiro do caixa. Essa linha de investigação foi descartada pela polícia na terça-feira (21).
As suspeitas foram identificadas pela polícia como Fabiana Perpétua de Oliveira, de 20 anos, eMárcia do Nascimento, de 21 anos. Élvis de Souza, de 20 anos, também é suspeito de ter envolvimento no crime. Ele teve a prisão decretada no último fim de semana. Segundo a polícia, o suspeito teria um relacionamento com Márcia.
(FERNANDA LEITÓLES E ANNA SIMAS) via http://www.gazetadopovo.com.br

terça-feira, 31 de maio de 2011

Garotinho volta a ameaçar Planalto contra CPI


Uma semana depois de pressionar o governo e conseguir suspender a distribuição de um kit nas escolas contra homofobia, o ex-governador Anthony Garotinho (PR-RJ) voltou hoje a ameaçar o Palácio do Planalto com a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o crescimento do patrimônio do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci. Desta vez, Garotinho quer que a Câmara vote a chamada "PEC 300", que cria um piso salarial para policiais civis e militares.

"O momento político é esse. Temos uma pedra preciosa, um diamante que custa R$ 20 milhões, que se chama Antonio Palocci", afirmou Garotinho, durante a instalação da Frente Parlamentar de Defesa da PEC 300. "A bancada evangélica pressionou e o governo retirou o kit gay. Vamos ver agora quem é da bancada da polícia. Ou vota, ou o Palocci vem aqui", sentenciou.

Com esta declaração, Garotinho demonstra que o Palácio do Planalto está refém da base aliada no Congresso. A oposição tenta obter assinaturas para abertura de uma CPI para investigar Palocci. São necessárias, no entanto, 171 assinaturas. Os oposicionistas contam com pouco mais de 100 adesões. A CPI só tem chances de sair do papel com o apoio de aliados, como Garotinho.

Para o ex-governador do Rio, Palocci deve uma explicação à sociedade sobre o aumento em 20 vezes de seu patrimônio. Apesar da ameaça ao governo, Garotinho afirmou que só assinará o pedido de CPI depois que o Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, se pronunciar sobre o episódio.

Aprovada em primeiro turno em março de 2010, a PEC 300 está parada desde então à espera de votação em segundo turno. Os policiais pressionam para que proposta seja votada. A maioria dos governadores é, no entanto, contra a emenda constitucional que, segundo eles, irá provocar rombo nas contas estaduais.

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