sábado, 20 de agosto de 2011

A Lança do Destino

A Lança do Destino (também conhecida como Lança Sagrada ou Lança de Longino), segundo a tradição da Igreja Católica, foi a arma usada pelo centurião romano Longinus perfurar o lado de Jesus Cristo durante a crucificação.

Uma tradição indica que esta relíquia foi encontrada em Antioquia por um monge, chamado Pedro Bartolomeu, que acompanhava a Primeira Cruzada. Este afirmava ter sido visitado por Santo André, que lhe teria contado que a lança encontrava-se na igreja de São Pedro. Depois da conquista da cidade, foi feita uma escavação e foi o próprio Pedro Bartolomeu que a encontrou. Apesar de se pensar que tinha sido o monge a colocar uma falsa relíquia no local (até o legado papal Ademar de Monteil acreditava nisto), o logro melhorava a moral cruzados, sitiados por um exército muçulmano. Com este novo objeto santo à cabeça das suas forças, o príncipe de Antioquia marchou ao encontro dos inimigos, a quem derrotou miraculosamente – milagre segundo os cruzados, que afirmavam ter surgido um exército de santos a combater juntamente com eles no campo da batalha.

Reza a lenda que quem possuir a lança será invencível, sendo capaz das maiores proezas, entre elas dominar o mundo. Hitler, ocultista ao extremo, sabendo disso tomou a lança em seu poder. Curiosamente, o inicio da sua derrota data justamente ao ataque a um dos seus castelos, quando por sorte (ou destino, que ironia) os americanos capturaram a lança. Dizem que ela se encontra na mão deles até hoje…

terça-feira, 5 de julho de 2011

Governo pagou R$ 14,4 milhões por internação de mortos


Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) identificou 9 mil casos de pagamentos indevidos em todo o país entre junho de 2007 e abril de 2010

O governo federal gastou R$ 14,4 milhões para custear procedimentos de alta complexidade e internações de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) que já estavam mortos. Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) identificou 9 mil casos de pagamentos indevidos em todo o país entre junho de 2007 e abril de 2010. Outros 860 procedimentos, referentes a pacientes que morreram durante a internação, foram pagos.
O relatório do TCU mostra que boa parte das hospitalizações ocorreu, mas em períodos distintos do informado no boleto de cobrança. A estratégia seria usada por administradores de hospitais para driblar o limite de reembolso mensal fixado pelo governo. Atingido o teto, eles empurravam as cobranças para o mês seguinte, alterando, assim, a data dos procedimentos.
Os casos somente foram identificados por causa da incoerência entre datas dos procedimentos e da morte dos pacientes. Por isso o relator do processo, ministro José Jorge, alerta que o problema pode ser ainda maior, porque não são considerados dados de pacientes que sobreviveram. “Existe uma clara possibilidade de que casos semelhantes tenham ocorrido, mas não detectados”, avalia.
Hospitais apresentaram uma justificativa para a cobrança. Segundo eles, isso ocorreria em razão da entrega antecipada de medicamentos em locais distantes, onde a troca de informações é demorada. Isso faria com que, muitas vezes, a notícia da morte do paciente demorasse a chegar ao serviço de saúde.
“Essa justificativa pode explicar parte das ocorrências verificadas, mas não a sua totalidade”, disse Jorge. Para ele, os dados reunidos na investigação feita mostram haver também casos pontuais em que há indícios de cobranças indevidas.
A diretora do departamento de regulação, avaliação e controle de sistema do Ministério da Saúde, Maria do Carmo, afirmou que as recomendações do TCU já são adotadas pela pasta. “O sistema de AIH (autorização de internação hospitalar) é antigo. Criamos de forma sistemática amarras para evitar fraudes. Mas, como em todas as áreas, embora o sistema seja permanentemente aprimorado há o componente humano, a criatividade das pessoas que estão dispostas a fraudar”, afirmou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

domingo, 3 de julho de 2011

Governo afasta cúpula do Ministério dos Transportes.

Após denúncias de que obras do governo federal teriam sido alvo de superfaturamento, o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, informou neste sábado que serão afastados temporariamente de seus cargos todos os integrantes de um suposto esquema de recebimento de propina. Reportagem da revista Veja afirma que representantes do Partido da República (PR), ao qual é filiado o ministro e a maior parte da cúpula do ministério, teriam montado um esquema de superfaturamento de obras e recebimento de propina por meio de empreiteiras.
Em nota, Nascimento negou que fosse "conivente" com a suposta irregularidade e anunciou uma sindicância interna para que seja apurada a eventual participação dos funcionários. "Para garantir o pleno andamento da apuração e a efetiva comprovação dos fatos imputados aos dirigentes do órgão, os servidores serão afastados de seus cargos, em caráter preventivo e até a conclusão das investigações", disse Nascimento.
A partir da próxima segunda-feira serão afastados Mauro Barbosa da Silva, chefe de gabinete do ministro; Luís Tito Bonvini, assessor do gabinete; Luís Antônio Pagot, diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT); e José Francisco das Neves, diretor-presidente da empresa pública de construção Valec.
"O Ministro de Estado dos Transportes, Alfredo Nascimento, rechaça, com veemência, qualquer ilação ou relato de que tenha autorizado, endossado ou sido conivente com a prática de quaisquer ato político-partidário envolvendo ações e projetos do Ministério dos Transportes. A preocupação e o cuidado com a correta administração do bem público é uma das marcas da sua vida pública e, especialmente, de suas gestões à frente da pasta", disse na nota.
Fonte Época

Empresa de senador leva R$ 57 milhões da Petrobras sem licitação.

A empresa do senador e ex-ministro das Comunicações do governo Lula, Eunício Oliveira (PMDB-CE), a Manchester Serviços LTDA, assinou oito contratos consecutivos e sem licitação com a Petrobras entre fevereiro de 2010 e junho deste ano, o que soma R$ 57 milhões, denunciou hoje o jornal O Estado de S. Paulo. Segundo o jornal, documentos da estatal mostram que todos os contratos, com duração de dois a três meses cada, foram assinados por meio de "dispensa de licitação", sem concorrência pública. Só no ano passado, R$ 25 milhões de foram repassados à Manchester, e um contrato de R$ 8,7 milhões foi fechado a nove dias das eleições presidenciais.
A empresa tem sede em Brasília, mas abriu uma filial em Macaé, a poucas quadras da sede da estatal, e fornece mão de obra terceirizada à Petrobras. De acordo com o Estado, os diretores da Área Internacional da Petrobras, Jorge Zelada, e de Abastecimento, Paulo Roberto Costa, foram indicados pelo PMDB no último governo e mantidos pela governo Dilma. A Petrobras confirmou ao jornal os contratos sem disputa pública por "problemas no processo licitatório". O senador afirmou estar afastado das decisões da empresa e preferiu não falar. O sócio dele, Nelson Ribeiro Neves, afirmou ao jornal que o fato de Eunício ser senador não influenciou os contratos e que tudo foi feito dentro da lei. Ele disse que os contratos são uma continuidade de serviços fechados há anos, apesar de a Petrobras afirmar que os contratos são novos, somente enquanto não fecha processo de licitação. A Manchester é uma das empresas envolvidas no "mensalão do DEM" no Distrito Federal, em que aparece no relatório da Polícia Federal suspeita sobre pagamento de R$ 666 mil autorizado pelo governo do DF.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

O Mascarado Polêmico - Desmistificação da homofobia

Facebook planeja 'grande lançamento' na semana que vem.


O Facebook prepara o lançamento de uma grande função para a semana que vem, provavelmente no setor de smartphones ou celulares, disse Mark Zuckerberg, executivo-chefe e fundador da maior rede social do mundo.
O anúncio foi feito no escritório de Seattle (EUA), nesta quarta-feira (29), para jornalistas que visitaram o local.
Ele disse que o projeto está sendo desenvolvido por 40 pessoas em Seattle, maior escritório do Facebook fora de Palo Alto, Califórnia.
Vários blogs de tecnologia especularam nas últimas semanas sobre produtos do Facebook para dispositivos móveis, como o esperado aplicativo para iPad e um programa especializado para compartilhamento de fotos no iPhone.
Um porta-voz do Facebook se recusou a fornecer mais detalhes sobre os comentários de Zuckerberg.
O Facebook, rede social com mais de 700 milhões de usuários, desafia cada vez mais empresas estabelecidas no mundo on-line, como Google e Yahoo!, por consumidores e verbas publicitárias. Segundo a própria empresa, as pessoas que usam Facebook em dispositivos móveis são duas vezes mais ativas no serviço do que os que acessam o site por computadores.

Fonte Folha de São paulo

Banda larga popular a R$ 35 deve chegar em até três meses.

Governo anunciou oficialmente hoje o acordo com as empresas de telefonia

O governo fechou acordo com as operadoras de telefonia e vai oferecer, em até 90 dias, internet banda larga por R$ 35 com velocidade de 1 megabite por segundo. O acordo, que faz parte do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), foi anunciado oficialmente nesta quinta-feira (30) pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.
Segundo o ministro, o preço de R$ 35 será cobrado pelas empresas, independentemente de o serviço disponível ser banda larga fixa ou móvel. Bernardo fez questão de frisar que o usuário não estará obrigado a contratar outros serviços, como uma linha de telefone fixo, por exemplo, para ter acesso à banda larga popular.
A previsão do ministro é de que a adesão ao PNBL seja superior a 70% dos consumidores que não têm banda larga atualmente. A oferta estará disponível em até 90 dias. Assinaram o acordo as concessionárias de telefonia fixa Oi, Telefônica, Sercomtel e CTBC.
No Brasil, 40% dos domicílios com acesso à internet possuem conexão de até 1 megabit por segundo. 24% das casas conectadas têm velocidade entre 1 e 2 megabits por segundo, segundo dados da Pesquisa Sobre Uso das Tecnologias da Informática e da Comunicação no Brasil (TIC Domicílios), divulgada nesta semana.
Os parâmetros de qualidade da banda larga ofertada no PNBL serão definidos por regulamentos que serão aprovados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).
Segundo Bernardo, o regulamento de qualidade da banda larga fixa será votado pela agência em 28 de julho e, posteriormente, será colocado em consulta pública.
O regulamento que estabelece padrões de qualidade da internet móvel já passou por processo de consulta pública. Os dois regulamentos deverão estar aprovados pela Anatel e publicados no Diário Oficial da União até 31 de outubro. O compromisso foi firmado nesta quarta-feira (29) pelo presidente da agência, Ronaldo Sardenberg, perante a presidente Dilma Rousseff.
O PNBL é um acordo entre o governo federal, operadoras de telefonia e provedores para oferecer o serviço de banda larga a preços mais baixos. O governo entra com a infraestrutura de rede, usando conexões já instaladas por empresas estatais, como a Telebrás. Enquanto isso, provedores e operadoras de internet se encarregam de oferecer o serviço final para os consumidores.

Fonte Agencia Estado

Vencimento acima do teto ainda é pago no PR.

O pagamento de salários acima do teto a funcionários públicos ain­­­da é uma realidade em alguns órgãos públicos do Paraná. Com as mais diferentes justificativas de gratificações – que vão desde abono de permanência a vantagens transitórias – o Tribunal de Con­­­tas do Estado (TC), o Tribunal de Jus­­­­­tiça (TJ) e a Assembleia Legis­­­lativa pagam vencimentos que superam o máximo legal de R$ 26,7 mil.
Documento disponível no portal da transparência do TC revela que a remuneração bruta de alguns conselheiros, auditores e procuradores chegaram a R$ 42,5 mil no mês de maio. Sem nomear os servidores, a tabela de remuneração mostra ainda a composição do salário pago a um servidor que, no mês passado, recebeu R$ 37,6 mil – são R$ 24,1 mil de subsídio mais R$ 13,5 mil de vantagem transitória.
Em nota, o TC informou que “todos os salários de seus servidores têm como limitador o teto estipulado pela Emenda Consti­­tucional 41/2003 [R$ 26.723,13]”, mas que há três catego­­­­rias de verbas excluídas desse valor, as quais estão previstas em lei. São elas: as vantagens transitórias (como gratificações pelo exercício da presidência, vice-presidência, superintendência, procuradoria-geral e 13.º salário); os abonos do terço de férias e de permanência; e o pagamento de eventuais diferenças salariais retroativas devidas aos servidores.
Judiciário
Em fevereiro de 2010, reportagem da Gazeta do Povo mostrou que o Tribunal de Justiça do Paraná pagava remunerações acima do teto do funcionalimo para cerca de 200 servidores do Judiciário. No último mês de maio, pelo menos 80 pessoas receberam acima de R$ 26,7 mil. O tribunal não respondeu aos pedidos de explicação da reportagem. No portal da trans­­parência do tribunal constam as mesmas explicações citadas pelo Tribunal de Contas.
Legislativo
A Gazeta do Povo revelou na série de reportagens Diários Secretos que uma das muitas irregularidades que eram cometidas na Assem­­­­bleia Legislativa era o pagamento de supersalários. Fun­­cionários comissionados que não davam expediente no Legislativo recebiam mensalmente salários que ultrapassavam o teto de R$ 26,7 mil. O filho de um ex-diretor, por exemplo, chegou a receber pouco mais de R$ 60 mil (valor líquido).
Desde que assumiu a presidência da Casa, em fevereiro deste ano, o deputado Valdir Rossoni (PSDB), prometeu que acabaria com os supersalários na Assembleia. Uma das iniciativas foi cortar as gratificações de centenas de funcionários efetivos. Além disso, fixou o teto de R$ 19,5 mil de salários para os diretores e de R$ 15 mil para os servidores.
A assessoria da Assembleia ex­­­plicou ontem que, apesar das me­­­didas moralizadoras, na prática o Legislativo ainda paga supersalários para alguns funcionários aposentados. Rossoni deve receber nos próximos dias um relatório que analisou todas as aposentadorias pagas pela Assembleia. A intenção é detectar eventuais irregularidades para entrar com uma medida judicial para suspender o pagamento e responsabilizar àqueles que concederam o benefício ilegal.
Colaborou: Rosana Félix.

Fonte Gazeta do Povo

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Prefeito de Campinas admite relação com publicitário.


Durante depoimento à Comissão Processante (CP) que apura supostas irregularidades em sua administração, o prefeito de Campinas (SP) Hélio de Oliveira Santos (PDT) foi questionado sobre quem teria apresentado o publicitário João Santana a ele.
Dr. Hélio afirmou ter conhecido Santana por meio de uma empresa que prestou serviços durante uma de suas campanhas eleitorais, mas não citou o nome da empresa. "E a campanha do João Santana não era só comigo. Era com Ribeirão Preto, Campinas, Santos", disse o prefeito pedetista.
O prefeito disse ainda ter recebido ajuda de petistas durante a campanha. "No segundo turno da campanha tive ajuda pessoal do PT", afirmou. "O Zé Dirceu esteve presente pessoalmente, politicamente, e me ajudou dizendo que era PT mas votava Dr. Hélio".

Fonte agencia estado

Prostituta se apaixona por deputado


                                                  Do malvados (divulgado por Brasil de Fato
                                                    via blog do Tarso (http://wp.me/p1eKBD-KO)

Cabral aprova benesses para estancar crise

Alvo de denúncias de opositores após se tornarem públicas suas relações pessoais com os empresários Fernando Cavendish, dono da Delta Construções, e Eike Batista, do grupo EBX, o peemedebista despachou um ‘pacote de bondades’ na Alerj

O governador do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB), deu na terça-feira (28) os primeiros passos para tentar encerrar a pior crise política de seus quatro anos e meio de gestão. Alvo de denúncias de opositores após se tornarem públicas suas relações pessoais com os empresários Fernando Cavendish, dono da Delta Construções, e Eike Batista, do grupo EBX, o peemedebista despachou um ‘pacote de bondades’ na Assembleia Legislativa (Alerj).
Cabral ainda não falou sobre sua participação na festa de Cavendish, que seria realizada em um resort em Porto Seguro (BA) há duas semanas. Ele foi ao local em um jato emprestado por Eike. A Delta recebeu R$ 992,4 milhões em contratos com o governo no primeiro mandato de Cabral (2007-2010) - alta de 150% em relação a 2003-2006. Em 2011, dos R$ 241,8 milhões pagos a Delta, R$ 58,7 milhões vêm de contratos sem licitação. A EBX obteve R$ 79,2 milhões de benefícios fiscais.
O caso veio à tona com a queda de um helicóptero que servia aos familiares do governador e de Cavendish. O empresário perdeu a mulher, Jordana, e o enteado. Mariana Noleto, 19 anos, namorada de Marco Antonio Cabral, também morreu.
Com as galerias do Palácio Tiradentes, sede da Alerj, lotadas por funcionários públicos, os deputados aprovaram a antecipação do reajuste salarial de 5,58% aos servidores da segurança pública e da defesa civil e o uso de parte do Fundo Especial do Corpo de Bombeiros para pagar gratificações à corporação. Emendas e destaques da oposição foram atropelados pelo rolo compressor de Cabral.
Presidente do PMDB do Rio, Jorge Picciani avalia que Cabral levou os primeiros “petelecos” de seu governo. “Estamos preparando nosso pessoal para defender o governador. Hoje (ontem), o governo vai mostrar sua força na Alerj e depois vamos demonstrar que não houve favorecimento a qualquer empresário.”
Com apoio do governador, a Alerj aprovou a anistia administrativa aos bombeiros que participaram de uma manifestação que culminou na invasão do Quartel Central da Corporação no dia 3 de junho. A proposta, aprovada pela unanimidade de 60 votos, beneficia os 439 bombeiros e policiais militares presos depois da invasão ao quartel. O texto será enviado à sanção do governador. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

TRE-SP desaprova contas de Maluf nas eleições de 2010.

Contas apresentadas pelo deputado não registraram serviços prestados pela empresa ARTZAC referentes à confecção de placas adesivadas no total de mais de 168 mil reais

As contas de campanhas prestadas pelo deputado federal Paulo Maluf (PP) nas eleições de 2010 não foram aprovadas nesta terça-feira (28) pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP). Com votação apertada e resultado de quatro votos a favor e três contra, a sessão teve o voto de desempate dado pelo presidente do TRE, desembargador Walter de Almeida Guilherme.

As contas apresentadas por Maluf não registraram serviços prestados pela empresa ARTZAC (Isac de Jesus Gomes Salto - ME) referentes à confecção de placas adesivadas no total de R$ 168.650,00. O montante representa 21% do total arrecadado pelo então candidato, segundo auditoria realizada pela Secretaria de Controle Interno do TRE conhecida como "circularização prévia".
Em um primeiro momento, a ARTZAC informou à Justiça Eleitoral que o beneficiário dos serviços prestados seria Maluf. Em uma segunda versão, a empresa afirmou ter havido erro de uma funcionária ao lançar as notas fiscais e que os serviços teriam sido de fato prestados à empresa Eucatex S.A.
O desembargador também ficou atento ao fato de haver três notas fiscais emitidas em datas diferentes com anotações manuscritas mencionando o candidato. "Não creio que tenha havido equívoco nas anotações contidas nas três notas fiscais", concluiu o presidente do TRE. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda poderá receber recurso sobre o caso.

Fonte Agencia Estado

Desempenho de alunos brasileiros está bem abaixo do ideal

Relatório divulgado pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico mostra déficit brasileiro nas categorias leitura, matemática e ciência

O relatório do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa, na sigla em inglês) divulgado nesta terça-feira pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) revela um dado pouco animador para o Brasil: o país continua abaixo da média mundial nos pilares educacionais da leitura, matemática e ciência.
O levantamento, produzido a cada três anos, faz um raio-x da situação da educação no mundo e organiza um ranking com os países membros e parceiros da organização. Dentre os 65 países analisados, o Brasil ocupa apenas a 53ª posição, atrás de nações como Chile, Trinidad e Tobago, Colômbia, México e Uruguai.
A colocação do Brasil, a exemplo do que aconteceu na última edição, em 2006, não foi positiva. Segundo dados do relatório de 2009, divulgado neste mês, o país atingiu 412 pontos em leitura, 386 pontos em matemática e 405 pontos em ciência. A média sugerida pela OCDE é de 492, 496 e 501, respectivamente.

O objetivo do Pisa é comparar o desempenho da educação no mundo. Ao todo foram analisados 65 países - 34 membros da organização e 31 parceiros.
Participaram da avaliação 3.292.022 adolescentes brasileiros, todos na faixa dos 15 anos. Embora o desempenho não tenha sido exemplar, o Brasil mostrou melhoras no setor. Em leitura, a nota do país subiu 19 pontos - em 2006, a marca estava em 393 pontos. A pontuação dos alunos brasileiros ainda cresceu 16 pontos no quesito matemática (era de 370 há três anos) e 15 pontos na área de ciência (de 390 para 405).
Entre todas as habilidades analisadas, a leitura é a principal. Ela influencia a performance dos alunos nas demais categorias e, por essa razão, foi abordada de diferentes pontos de vista. De acordo com um dos recortes, a maioria dos brasileiros está no nível 1a, o que significa que grande parte do grupo tem capacidade de localizar informações importantes em um texto e conectá-las à experiência cotidiana.
Ainda segundo o levantamento, são as mulheres as que mais de destacam na área da leitura, com um desempenho superior em todos os países membros e parceiros da organização.
O comportamento dos alunos que mais prejudica o desempenho escolar, de acordo com as próprias escolas brasileiras, é o uso de álcool e drogas ilícitas. O bullying - palavra inglesa que significa intimidar e atormentar - é a segunda razão que mais compromete o rendimento do estudante no Brasil.
A expectativa é de que o país apareça em melhor posição nos demais levantamentos da OCDE. A meta do governo, afirma o documento, é alcançar a pontuação média do Pisa em 2021, um ano antes do bicentenário da independência do país.

 Fonte veja

 

Escolas do Brasil têm 3ª pior taxa de computador por aluno

Dados da OCDE revelam que a média de alunos por máquina no país é de 6 para 1. Com resultado, Brasil fica à frente apenas da Tunísia e Indonésia em ranking

A inclusão digital dos alunos do ensino básico ainda é um grande desafio para o Brasil. É o que mostram dados divulgados nesta terça-feira pela OCDE, organização que reúne os países mais desenvolvidos do mundo, com base nos resultados da avaliação internacional Pisa. De acordo com o levantamento, as escolas brasileiras oferecem, em média, um computador para cada 6,25 estudantes -  ou 0,16 computador por aluno. O número rende ao país o posto de terceira pior colocação no ranking da inclusão digital, à frente apenas de Tunísia e Indonésia.
A Austrália é o país mais bem colocado na lista, que inclui 65 nações. No país da Oceania, a oferta é de 1,03 aluno por computador. Na China, a média é de 1,75, enquanto a média dos países-membros da OCDE é 1,69. Na Colômbia, o mais bem colocado da América Latina, a média é de 2,85 alunos por máquina.
O estudo mostra ainda que 53,3% dos estudantes brasileiros analisados declaram ter um computador em casa. A estatística é 129% maior que em 2000, quando apenas 23,2% afirmaram possuir o equipamento. Apesar do crescimento expressivo, o país ainda esta longe das nações mais ricas. A média registrada pelos países-membros da OCDE foi de 94,3%, ou 41 pontos porcentuais a mais do que no Brasil.
O acesso à internet em casa também cresceu, diz o estudo. Em 2000, apenas 16,8% dos estudantes disseram acessar a rede mundial de computadores em casa. Em 2009, foram 58,3%, - um crescimento de 247%. Nesse quesito, a média dos países-membros da OCDE atingiu 88,9%, ou 30,6 pontos porcentuais a mais.
Apesar do crescimento, as diferenças sociais permanecem: somente 15,5% dos estudantes que pertencem ao quarto mais pobre da população afirmaram ter computador em casa. Entre o quarto mais rico, esse número atinge 86,9%. Quanto ao acesso à internet em casa, 27,2% dos estudantes que pertencem ao quarto mais pobre da população acessam a internet de casa, enquanto 88% do quarto mais rico o fazem.
Os números divulgados nesta terça são resultados de uma análise minuciosa do Pisa, avaliação internacional que mede a qualidade internacional da educação. De acordo com os dados gerais, divulgados em dezembro do ano passado, os estudantes brasileiros ocupam apenas a 53ª posição, atrás de nações como Chile, Trinidad e Tobago, Colômbia, México e Uruguai. Nesta avaliação, é levado em consideração o desempenho de alunos da sétima série em diante.

Fonte veja

 

O que está por trás na fusão de Carrefour e Pão de Açucar.

 

Segundo o economista Sérgio Lazzarini, prova de que houve ingerência política tornaria indefensável o evolvimento do BNDES na fusão de Carrefour e Pão de Açúcar, que já carece de embasamento técnico 

O aval da presidente Dilma Rousseff para o aporte de 1,7 bilhão de euros do braço de participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o BNDESPar, à proposta de fusão entre Pão de Açúcar e Carrefour, coloca novamente a atuação do banco em xeque. Não bastasse a atuação questionável do BNDES ao auxiliar uma operação privada, sem nenhum retorno social e fora de qualquer setor estratégico para o país, a decisão ainda teve cunho político. Abílio Diniz – grande amigo da presidente Dilma, como ela mesma afirmou em discurso, e personagem central da operação– é um claro exemplo de como uma parcela do empresariado tem convidado o estado a se imiscuir no setor privado. “É uma tendência forte no Brasil haver uma movimentação empresarial influenciada pelo governo”, afirmou ao site de VEJA o economista do Insper Sérgio Lazzarini, autor de Capitalismo de Laços, livro fundamental para compreender a peculiar imbricação entre os setores público e privado no capitalismo brasileiro. Em seu estudo, Lazzarini relata as principais operações que contaram com auxílio público e explica como governo e empresariado se relacionam politicamente. Sobre o banco de desenvolvimento, o economista escreve: “As participações do BNDES continuam sofrendo críticas porque falham em demonstrar os benefícios (em comparação aos custos) de seu envolvimento em consórcios e grupos. Vale a pena fazer essas alocações, dadas as inúmeras necessidades da economia brasileira?”
Qual recado o envolvimento da presidente Dilma Rousseff na proposta de fusão entre Pão de Açúcar e Carrefour passa para o mercado?

Se a participação da presidente for confirmada, configura-se um problema muito grave. O BNDES, como órgão técnico, tem de ter autonomia para julgar quais são as melhores alocações, e não atuar por determinação da Presidência. O banco existe para executar políticas de investimento que tragam benefício para o país. Não é isso que está acontecendo quando se analisa essa proposta.
Quais são os principais problemas da entrada do BNDES nessa operação?

Posso resumir em quatro. Primeiro, ele irá estimular a concentração setorial. Em diversas microrregiões, o consumidor poderá ter menos opções de compra. Em segundo lugar, nós estamos em um momento de controle inflacionário, e o governo vai apoiar uma negociação que poderá desestimular a competição em muitas regiões, o que pode gerar aumento de preços. Tem também a questão da análise antitruste. Como o BNDES vai investir em uma operação que ele não sabe se será aprovada pelo Cade? O negócio poderá ter muitas restrições e isso poderá tornar o investimento desinteressante após o julgamento do órgão. E, por fim, o banco irá se envolver em uma história séria de conflito societário. É uma operação polêmica e que foi descoberta de forma conturbada. Como um banco de desenvolvimento social vai dar aval para isso? Se fosse um fundo privado, tudo bem. Mas sendo um fundo de participações público, não faz sentido.
Não há sentido nem mesmo na ideia de criar um campeão nacional de varejo?

Nenhum. O varejo é um setor muito peculiar e regionalizado. O Walmart e o Carrefour, por exemplo, são muito grandes em seus países, mas têm dificuldades em diversos locais, como a Ásia, por exemplo. Então a internacionalização do Pão de Açúcar não justifica nada. É um contrassenso. Não há benefício visível nessa alocação do governo.
A operação para criar o Novo Pão de Açúcar pode ser considerada um exemplo prático de “capitalismo de laços”?

Sem dúvida. Há uma tendência de movimentação do governo para fazer a junção de grupos privados e criar “campeões nacionais” com capital público, por meio do BNDES ou dos fundos de pensão. Isso não é novo, mas tornou-se mais frequente.
Essa tendência remonta a quando?

Já na época das privatizações, na década de 1990, houve uma interação muito grande do governo com o setor privado, por meio dos fundos de pensão, para concessões e leilões nos setores de telefonia e energia, por exemplo. Contudo, não havia esforço para consolidar setores da economia, como houve nos últimos anos nos casos de VCP e Aracruz, de Sadia e Perdigão, e agora com essa possibilidade de fusão entre Pão de Açúcar e Carrefour.
Qual é a principal diferença entre os dois modelos?

A articulação política tanto nas privatizações quanto nessas investidas no governo via BNDES recebeu críticas. A diferença é que, quando os veículos de investimento são os fundos de pensão, que controlam o dinheiro de funcionários e ex-funcionários das estatais, o objetivo de investimento é claramente obter lucro. Não há nenhum objetivo de fomento social. Já com o BNDES, é diferente. É o dinheiro público que está em jogo e é preciso haver uma razão muito específica para explicar o aporte. Faria mais sentido, por exemplo, o BNDES investir na Embraer para torná-la uma referência mundial em tecnologia no setor de aviação e defesa.

Fonte Veja

 

Grampo revela lobby entre Prefeito de Campinas e Marqueteiro da Presidente

Grampo revela Lobby entre Prefeito de Campinas e Marqueteiro da Presidente
Interceptações telefônicas flagraram Dr. Hélio (PDT), prefeito de Campinas, pleiteando a intermediação do publicitário João Santana, marqueteiro das campanhas presidenciais do PT de 2006 e 2010, para fazer lobby com a presidente Dilma Rousseff em favor da Huawei - gigante chinesa que atua na área de tecnologia 3G, banda larga fixa e móvel e de infraestrutura de redes para operadoras de telefonia.
Prefeitura de Campinas - 11/04/2011 Dilma, acompanhada de Dr. Hélio e Mercadante, durante evento na visita à China, em abril "Faz dois anos que venho tratando com os chineses da Huawei", conta Dr. Hélio, em ligação do dia 2 de abril, iniciada às 9h30. "É a empresa que mais contribui, das estrangeiras, com ISS aqui pra Campinas. Eles têm um showroom lá e me convidaram pra eu tá lá pra eles anunciarem esse investimento de US$ 350 milhões aqui no Brasil, né (sic)."
Na ocasião, Dilma se preparava para uma viagem à China, a primeira missão oficial de negócios desde que assumiu a Presidência. Ela e sua comitiva embarcaram dia 8. Hélio de Oliveira Santos, o Dr. Hélio, e a mulher, Rosely Nassim - a quem o Ministério Público Estadual atribui o papel de chefe de quadrilha para fraudes em licitações e desvio de recursos públicos -, também foram a Pequim e lá se integraram à comitiva.
Na conversa com o prefeito, que durou oito minutos, Santana promete empenho e sugere: "E se puser o showroom no próprio hotel que ela (Dilma) vai ficar? Deixa eu primeiro fazer essa consulta que na segunda eu devo encontrar com ela. Segunda ou terça, daí eu falo diretamente com ela pra ver."
Já em Pequim, Dilma encontrou-se com Ren Zhengfei, executivo principal da Huawei. No primeiro dia da visita da presidente Dilma à China, a empresa Huawei anunciou o investimento de US$ 300 milhões na construção de um centro de pesquisa em tecnologia em Campinas. Questionado pelo Estado, o Planalto informou que a audiência da presidente com representantes da empresa ocorreu "pela relevância da companhia no setor de tecnologia e pelo interesse de ampliação dos seus investimentos no Brasil").
Crise administrativa. O apelo de Dr. Hélio ao marqueteiro de Dilma se deu em meio à crise política e policial que envolve sua administração. No final de maio, 12 pessoas acusadas de participar de um esquema de fraude em licitações em licitações da Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S/A (Sanasa), companhia de Campinas, foram presas. Rosely Nassim, mulher do prefeito e membro da administração, ficou foragida. Em entrevista ao Estado, Dr. Hélio disse contar com a solidariedade do governo federal e citou, além de Dilma, a amizade com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-ministro José Dirceu.
Naquele dia em que conversou com Santana, o pedetista estava em seu gabinete, no Palácio Jequitibás, sede do executivo municipal, cercado de aliados muito próximos e de advogados. O grupo discutia estratégia para neutralizar a ofensiva do Gaeco, braço da promotoria que combate crime organizado e corrupção.

Fonte: Tudo Agora

Bolsonaro é absolvido no Conselho de Ética da Câmara .

Maioria absolveu Bolsonaro das acusações de quebra de decoro

O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) foi absolvido pela maioria dos parlamentares, no Conselho de Ética da Câmara, da acusação de quebra de decoro parlamentar.
O Conselho analisou o parecer do relator nesta quarta-feira. Dez deputados votaram contra o relator, que aceitou a denúncia por racismo e homofobia, e sete votaram a favor. Houve também cinco ausências na votação.
Bolsonaro foi acusado de quebra de decoro por declarações consideradas racistas e homofóbicas, no programa de TV CQC, e por ter ofendido a senador Marinor Brito, de acordo com representação do PSOL.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Sumiço de Chávez mergulha Venezuela em rumores


Deve-se a Shakespeare a melhor definição de rumor. Encontra-se asssentada na segunda parte de Henrique IV:
“O rumor é flauta de conjecturas, ciúmes e suspeitas. Instrumento tão simples e tão fácil, que o monstro rude de cem mil cabeças, a ondeante multidão, sempre indecisa, pode tocá-lo”.
A ausência de Hugo Chávez faz soar a “flauta” na Venezuela. Sopra especulações sobre a saúde do presidente e o future do país.
Em 10 de junho, Chávez submeteu-se a uma cirurgia em Cuba. Desde então, não aparece em público. Tomou chá de sumiço.
O governo diz que Chávez foi operado de um abscesso na pelve e recupera-se a contento. O jornal venezuelano El Universal noticiou coisa diversa.
Em notícia escrita pelo jornalista Nelson Bocaranda, informou-se que Chávez trata-se de câncer na próstata. Teria 80% de chances de sobreviver.
"Não vamos comentar rumores, mentiras e falsidades", disse o ministro da Informação, Andres Izarra.
"O presidente está se recuperando bem, e nós o teremos aqui dentro em breve."
Quão breve?, eis a pergunta que inquieta os venezuelanos. Os jornais especulam que Chávez poderia retornar a Caracas até sexta (1o). Nada oficial, contudo.
Em meio às dúvidas, a “flauta” começou a entoar no timbre do golpe. Diz-se que Adan Chávez, irmão do doente, tramaria assumir o poder.
Reza o texto constitucional venezuelano que, incapacitado Chávez, quem assume é o vice Elias Jaua. Governaria até janeiro de 2013.
Atribui-se ao irmão Adan, porém, uma citação à Che Guevara. Teria dito que a “luta armada” é maneira legítima de conquistar o poder quando falham as eleições.
Antes de sair de cena, Chávez era movido a um objetivo único: disputar a re-re-reeleição em 2012. O projeto pode ter subido no telhado.

Escrito por Josias de Souza às 21h20 (via blog do josias)  

Eduardo Cunha propõe Dia Nacional do Orgulho Heterossexual


O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) anunciou a apresentação, agora há pouco, de um projeto de lei criando o Dia Nacional de Orgulho Heterossexual – seria o terceiro domingo de dezembro.
Segundo ele, inspirado no projeto que tramita na Câmara Municipal de São Paulo.
Aliás, o projeto paulistano, ontem, serviu para trancar a pauta daquela casa legislativa em uma cena chegou a indignar alguns. A vereadora Sandra Tadeu (DEM), no microfone, por uma indignada vereadora:
- É inacreditável que a Câmara da maior cidade do país, com tanta coisa importante para discutir, esteja parada debatendo dia de heterossexual.
Simplesmente porque o vereador Carlos Apolinário (Sem partido) mobilizou a bancada evangélica em torno da questão. Agora, pelo visto, a “causa heterossexual” chegou a Câmara dos Deputados.

Resultado final nas provas objetivas dos Correios


MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES
EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS
COMUNICADO
O Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (CESPE/UnB) comunica
que o resultado final nas provas objetivas para o cargo de Agente de Correios será publicado no Diário
Oficial da União e divulgado na Internet, no endereço eletrônico
http://www.cespe.unb.br/concursos/correiosagente2011, na data provável de 6 de julho de 2011.
Brasília/DF, 28 de junho de 2011.

Por que o carro mais barato na Argentina e no Chile?







A ACARA, Associacion de Concessionários de Automotores De La Republica Argentina, divulgou no congresso dos distribuidores dos Estados Unidos (N.A.D.A), em São Francisco, em fevereiro deste ano, os valores comercializados do Corolla em três países:
No Brasil o carro custa U$ 37.636,00, na Argentina U$ 21.658,00 e nos EUA U$ 15.450,00.
Outro exemplo de causar revolta: o Jetta é vendido no México por R$ 32,5 mil. No Brasil esse carro custa R$ 65,7 mil.
Por que essa diferença? Vários dirigentes foram ouvidos com o objetivo de esclarecer o “fenômeno”. Alguns “explicaram”, mas não justificaram. Outros se negaram a falar do assunto.
Quer mais? O Gol I-Motion com airbags e ABS fabricado no Brasil é vendido no Chile por R$ 29 mil. Aqui custa R$ 46 mil.
O Corolla não é exceção. O Kia Soul, fabricado na Coréia, custa U$ 18 mil no Paraguai e US$ 33 mil no Brasil. Não há imposto que justifique tamanha diferença de preço. 
A Volkswagen não explica a diferença de preço entre os dois países. Solicitada pela reportagem, enviou o seguinte comunicado:
“As principais razões para a diferença de preços do veículo no Chile e no Brasil podem ser atribuídas à diferença tributária e tarifária entre os dois países e também à variação cambial”.
Questionada, a empresa enviou nova explicação:
“As condições relacionadas aos contratos de exportação são temas estratégicos e abordados exclusivamente entre as partes envolvidas”.
Nenhum dirigente contesta o fato de o carro brasileiro ser caro. Mas o assunto é tão evitado que até mesmo consultores independentes não arriscam a falar, como o nosso entrevistado, um ex-executivo de uma grande montadora, hoje sócio de uma consultoria, e que pediu para não ser identificado.
Ele explicou que no segmento B do mercado, onde estão os carros de entrada, Corsa, Palio, Fiesta, Gol, a margem de lucro não é tão grande, porque as fábricas ganham no volume de venda e na lealdade à marca. Mas nos segmentos superiores o lucro é bem maior.
O que faz a fábrica ter um lucro maior no Brasil do que no México, segundo consultor, é o fato do México ter um “mercado mais competitivo” (?).
Um dirigente da Honda, ouvido em off, responsabilizou o “drawback”, para explicar a diferença de preço do City vendido no Brasil e no México. O “drawback” é a devolução do imposto cobrado pelo Brasil na importação de peças e componentes importados para a produção do carro. Quando esse carro é exportado, o imposto que incidiu sobre esses componentes é devolvido, de forma que o “valor base” de exportação é menor do que o custo industrial, isto é: o City é exportado para o México por um valor menor do que os R$ 20,3 mil. Mas quanto é o valor dos impostos das peças importadas usadas no City feito em Sumaré? A fonte da Honda não responde, assim como outros dirigentes da indústria se negam a falar do assunto.
Mas quanto poderá ser o custo dos equipamentos importados no City? Com certeza é menor do que a diferença de preço entre o carro vendido no Brasil e no México (R$ 15 mil).
A conta não bate e as montadoras não ajudam a resolver a equação. Apesar da grande concorrência, nenhuma das montadoras ousa baixar os preços dos seus produtos. Uma vez estabelecido, ninguém quer abrir mão do apetitoso “Lucro Brasil”.
Ouvido pela AutoInforme, quando esteve em visita a Manaus, o presidente mundial da Honda, Takanobu Ito, respondeu que, retirando os impostos, o preço do carro no Brasil é mais caro que em outros países porque “aqui se pratica um preço mais próximo da realidade. Lá fora é mais sacrificado vender automóveis”.
Ele disse que o fator câmbio pesa na composição do preço do carro no Brasil, mas lembrou que o que conta é o valor percebido. “O que vale é o preço que o mercado paga”.
E porque o consumidor brasileiro paga mais do que os outros?
“Eu também queria entender – respondeu Takanobu Ito – a verdade é que o Brasil tem um custo de vida muito alto. Até os sanduíches do McDonalds aqui são os mais caros do mundo”.
“Se a moeda for o Big Mac – confirmou Sérgio Habib, que foi presidente da Citroën e hoje é importador da chinesa JAC - o custo de vida do brasileiro é o mais caro do mundo. O sanduíche custa U$ 3,60 lá e R$ 14,00 aqui”. Sérgio Habib investigou o mercado chinês durante um ano e meio à procura por uma marca que pudesse representar no Brasil. E descobriu que o governo chinês não dá subsídio à indústria automobilística; que o salário dos engenheiros e dos operários chineses não são menores do que os dos brasileiros.
“Tem muita coisa errada no Brasil – disse Habib, não é só o preço do carro que é caro. Um galpão na China custa R$ 400,00 o metro quadrado, no Brasil custa R$ 1,2 mil. O frete de Xangai e Pequim custa U$ 160,00 e de São Paulo a Salvador R$ 1,8 mil”.
Para o presidente da PSA Peugeot Citroën, Carlos Gomes, os preços dos carros no Brasil são determinados pela Fiat e pela Volkswagen. “As demais montadoras seguem o patamar traçado pelas líderes, donas dos maiores volumes de venda e referência do mercado”, disse.
Fazendo uma comparação grosseira, ele citou o mercado da moda, talvez o que mais dita preço e o que mais distorce a relação custo e preço:
“Me diga, por que a Louis Vuitton deveria baixar os preços das suas bolsas?”, questionou.
Ele se refere ao “valor percebido” pelo cliente. É isso que vale.
“O preço não tem nada a ver com o custo do produto. Quem define o preço é o mercado”, disse um executivo da Mercedes-Benz, para explicar porque o brasileiro paga R$ 265.00,00 por uma ML 350, que nos Estados Unidos custa o equivalente a R$ 75 mil.
“Por que baixar o preço se o consumidor paga?”, explicou o executivo.
 “Quando um carro não tem concorrente direto, a montadora joga o preço lá pra cima. Se colar, colou”.


Colaboraram Ademir Gonçalves e Luiz Cipolli

A nave-mãe não é tão mãe assim.....

Stphen Hawking: "Eles não são nossos amigos"


Na opinião de Hawking, reforçada em matéria recente, estaríamos nos expondo sem a real noção do perigo


Ninguém dúvida de que num universo de magnitudes desproporcionais exista vida além da Terra. Mas há uma pergunta que ainda não se pôde responder de modo uniforme: Como será essa forma de vida? O prestigioso e ao mesmo tempo polêmico físico inglês Stephen Hawking pôs o dedo na ferida há um ano ao levantar a voz de alarme sobre os constantes sinais de nossa existência que estamos mandando ao espaço em busca do contato extraterrestre.

A teoria de Hawking baseia-se na lógica matemática que sempre regeu seu cérebro. "Os extraterrestres que recebam nosso sinal, ou não dispõem da tecnologia suficiente para nos responder, ou têm uma muito superior que lhes permitirá vir até aqui". E se essa civilização alienígena que tanto chamamos for hostil? O físico afirma que melhor do que enviar sinais, o que deveríamos fazer é nos esconder. Hawking alerta de que pode ser produzido o mesmo efeito de quando os espanhóis chegaram a América em 1492. Uma civilização mais desenvolvida inutiliza e acaba com os recursos de outra em menor grau de desenvolvimento que, inclusive, pode ser levada a seu desaparecimento.

No mês passado, Hawking voltou ao ônus em uma entrevista publicada pelo The Guardian na qual fez questão de salientar que "a noção de vida extraterrestre é real, mas perigosa". Esta teoria espaço-apocalíptica ganhou críticas entra a comunidade científica ao longo dos últimos meses. "Se os alienígenas quisessem conquistar nosso planeta já poderiam tê-lo feito nos últimos 4.500 milhões de anos", afirmou Paul Davies, cientista do projeto Search for Extraterrestrial Intelligence [Busca por Inteligência Extraterrestre, SETI].

"Qualquer coisa que nós tenhamos aqui, eles poderiam encontrar no lugar onde vivem. E no caso de que na Terra tenha algum recurso que não exista em seu planeta natal, seguramente há uma forma mais fácil do conseguir que a de vir aqui para nos invadir", disse Seth Shostak, também pesquisador do SETI. Por sua vez, David Morrison, diretor do centro de investigação espacial Ames da Agência Espacial Norte-American (NASA) é da mesma opinião, ainda que com reservas. "Se uma civilização consegue perdurar ao longo de centenas ou milhares de anos, é quase seguro que terá conseguido resolver os problemas que temos nós. Ou pelo menos assim espero".

Fonte: UFO via
http://www.realidadeoculta.org/

O que você não leu na mídia sobre Paulo Renato (1945-2011)



Morreu de infarto, no último dia 25, aos 65 anos, Paulo Renato Souza, fundador do PSDB. Paulo Renato foi Ministro da Educação no governo FHC, Deputado Federal pelo PSDB paulista, Secretário da Educação de São Paulo no governo José Serra e lobista de grupos privados. Exerceu outras atividades menos noticiadas pela mídia brasileira.
Nas hagiografias de Paulo Renato publicadas nos últimos dois dias, faltaram alguns detalhes. A Folha de São Paulo escalou Eliane Cantanhêde para dizer que Paulo Renato deixou um “legado e tanto” como Ministro da Educação. Esqueceu-se de dizer que esse “legado” incluiu o maior êxodo de pesquisadores da história do Brasil, nem uma única universidade ou escola técnica federal criada, nem um único aumento salarial para professores, congelamento do valor e redução do número de bolsas de pesquisa, uma onda de massivas aposentadorias precoces (causadas por medidas que retiravam direitos adquiridos dos docentes), a proliferação do “professor substituto” com salário de R$400,00 e um sucateamento que impôs às universidades federais penúria que lhes impedia até mesmo de pagar contas de luz. No blog de Cynthia Semíramis, é possível ler depoimentos às dezenas sobre o que era a universidade brasileira nos anos 90.Ainda na Folha de São Paulo, Gilberto Dimenstein lamentou que o tucanato não tenha seguido a sugestão de Paulo Renato Souza de “lançar uma campanha publicitária falando dos programas de complementação de renda”. Dimenstein pareceu desconsolado com o fato de que “o PSDB perdeu a chance de garantir uma marca social”, atribuindo essa ausência a uma mera falha na campanha publicitária. O leitor talvez possa compreender melhor o lamento de Dimenstein ao saber que a sua Associação Cidade Escola Aprendiz recebeu de São Paulo a bagatela de três milhões, setecentos e vinte e cinco mil, duzentos e vinte e dois reais e setenta e quatro centavos, só no período 2006-2008.Não surpreende que a Folha seja tão generosa com Paulo Renato. Gentileza gera gentileza, como dizemos na internet. A diferença é que a gentileza de Paulo Renato com o Grupo Folha foi sempre feita com dinheiro público. Numa canetada sem licitação, no dia 08 de junho de 2010, a FDE da Secretaria de Educação de São Paulo transfere para os cofres da Empresa Folha da Manhã S.A. a bagatela de R$ 2.581.280,00, referentes a assinaturas da Folha para escolas paulistas. Quatro anos antes, em 2006, a empresa Folha da Manhã havia doado a curiosa quantia–nas imortais palavras do Senhor Cloaca–de R$ 42.354,30 à campanha eleitoral de Paulo Renato. Foi a única doação feita pelo grupo Folha naquela eleição. Gentileza gera gentileza.Mas que não se acuse Paulo Renato de parcialidade em favor do Grupo Folha. Os grupos Abril, Estado e Globo também receberam seus quinhões, sempre com dinheiro público. Numa única canetada do dia 28 de maio de 2010, a empresa S/A Estado de São Paulo recebeu dos cofres públicos paulistas–sempre sem licitação, claro, porque “sigilo” no fiofó dos outros é refresco–a módica quantia de R$ 2.568.800,00, referente a assinaturas do Estadão para escolas paulistas. No dia 11 de junho de 2010, a Editora Globo S.A. recebe sua parte no bolo, R$ 1.202.968,00, destinadas a pagar assinaturas da Revista Época. No caso do grupo Abril, a matemática é mais complicada. São 5.200 assinaturas da Revista Veja no dia 29 de maio de 2010, totalizando a módica quantia de R$1.202.968,00, logo depois acrescida, no dia 02 de abril, da bagatela de R$ 3.177.400, 00, por Guias do Estudante – Atualidades, material de preparação para o Vestibular de qualidade, digamos, duvidosíssima. O caso de amor entre Paulo Renato e o Grupo de Civita é uma longa história. De 2004 a 2010, a Fundação para o Desenvolvimento da Educação de São Paulo transfere dos cofres públicos para a mídia pelo menos duzentos e cinquenta milhões de reais, boa parte depois da entrada de Paulo Renato na Secretaria de Educação.
Mas que não se acuse Paulo Renato de parcialidade em favor dos grandes grupos de mídia brasileiros. Ele também atuou diligentemente em favor de grupos estrangeiros, muito especialmente a Fundação Santillana, pertencente ao Grupo Prisa, dono do jornal espanhol El País. Trata-se de um jornal que, como sabemos, está disponível para leitura na internet. Isso não impediu que a Secretaria de Educação de São Paulo, sob Paulo Renato, no dia 28 de abril de 2010, transferisse mais dinheiro dos cofres públicos para o Grupo Prisa, referente a assinaturas do El País. O fato já seria curioso por si só, tratando-se de um jornal disponível gratuitamente na internet. Fica mais curioso ainda quando constatamos que o responsável pela compra, Paulo Renato, era Conselheiro Consultivo da própria Fundação Santillana! E as coincidências não param aí. Além de lobista da Santillana, Paulo Renato trabalhou, através de seu escritório PRS Consultores – cujo site misteriosamente desapareceu da internet depois de revelações dos blogs NaMaria News eCloaca News–, prestando serviços ao … Grupo Santillana!, inclusive com curiosíssima vizinhança, no mesmo prédio. De fato, gentileza gera gentileza. E coincidência gera coincidência: ao mesmo tempo em que El País “denunciava”, junto com grupos de mídia brasileiros, supostos “erros” ou “doutrinações” nos livros didáticos da sua concorrente Geração Editorial, uma das poucas ainda em mãos do capital nacional, Paulo Renato repetia as "denúncias" no Congresso. O fato de a Santillana controlar a Editora Moderna e Paulo Renato ser consultor pago pelo Grupo Santillana deve ter sido, evidentemente, uma mera coincidência.
Mas que não se acuse Paulo Renato de parcialidade em favor dos grupos de mídia, brasileiros e estrangeiros. O ex-Ministro também teve destacada atuação na defesa dos interesses de cursinhos pré-vestibular, conglomerados editoriais e empresas de software. Como noticiado na época pelo Cloaca News, no mesmo dia em que a FDE e a Secretaria de Educação de São Paulo dispensaram de licitação uma compra de mais R$10 milhões da InfoEducacional, mais uma inexigibilidade licitatória era anunciada, para comprar … o mesmíssimo produto!, no caso o software “Tell me more pro”, do Colégio Bandeirantes, cujas doações em dinheiro irrigaram, em 2006, a campanha para Deputado Federal do candidato … Paulo Renato! Tudo isso para não falar, claro, do parque temático de $100 milhões de reais da Microsoft em São Paulo, feito sob os auspícios de Paulo Renato, ou a compra sem licitação, pelo Ministério da Educação de Paulo Renato, em 2001, de 233.000 cópias do sistema operacional Windows. Um dos advogados da Microsoft no Brasil era Marco Antonio Costa Souza, irmão de … Paulo Renato! A tramóia foi tão cabeluda que até a Abril noticiou.
Pelo menos uma vez, portanto, a Revista Fórum terá que concordar com Eliane Cantanhêde. Foi um “legado e tanto”. Que o digam os grupos Folha, Abril, Santillana, Globo, Estado e Microsoft.
Por Idelber Avelar (Revista Fórum) via Blog do Tarso

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Após ataques, grupo mobiliza internautas para passeatas.

O grupo hacker LulzSecBrazil passou a promover em seu site mobilizações para passeatas no mundo real, após o anúncio de sua matriz internacional de que novos ataques não seriam feitos.
Na noite deste domingo (26), o site do grupo trazia um convite para uma série de mobilizações nas capitais de diversos Estados do país com o objetivo de protestar contra o "governo corrupto e pela liberdade de expressão".
O grupo de hackers LulzSec chamou a atenção mundial pela primeira vez há dois meses, com a invasão da rede online do PlayStation, da Sony, e com o vazamento dos dados de milhões de usuários. O serviço, de alcance global, passou dias fora do ar.
Na semana passada, o grupo assumiu um ataque ao site da CIA e do FBI.
O grupo ganhou um braço brasileiro, o LulzSecBrasil, que com base em uma nota do grupo internacional convocando internautas a lutarem contra a corrupção e o sigilo de informações, montaram uma operação batizada de #AntiSec.
No Brasil, os hackers promoveram ataques a páginas na internet ligadas ao governo brasileiro como o site da Presidência e do Senado. Eles também chegaram a divulgar informações pessoais de políticos e um banco de dados com informações de funcionários da Petrobras.
Fonte Folha.com

Ironia: Justus dá aumento a membros do MP




Não deixa de ser irônico. A comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa acaba de aprovar, em sessão extraordinária, um aumento do aumento dos funcionários do Ministério Público.
É isso mesmo: aumento do aumento. O pessoal do MP já receberia 6,51% a mais, assim como nos outros poderes. Mas pediu 5,04% a mais. E a CCJ, que deveria zelar pela constitucionalidade aprovou.
Os deputados disseram já de cara que isso não deve criar jurisprudência (por que é ilegal?)
Mas a ironia mesmo fica por conta de a CCJ ser presidida por Nelson Justus, ex-presidente da Assembleia que foi investigado (e denunciado) pelo mesmo MP.

Fonte Reginaldo Calindo

Mercadante diz que quer levar hackers para ministério

Ele disse que os danos dos ataques "foram muito pequenos", sem a violação de dados relevantes

O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, minimizou nesta segunda os ataques cibernéticos sofridos pelo governo na semana passada e abriu até a possibilidade de chamar hackers para trabalhar para o ministério, em projetos de transparência de dados e de sites. Ele disse que os danos dos ataques "foram muito pequenos", sem a violação de dados relevantes. "Existem dois tipos de operadores. Os hackers são os jovens talentosos e criativos que eu, inclusive, quero levar para o ministério. Quero convidá-los para um 'hacker's day'", disse.
Mercadante contou que pretende dar "transparência total" ao ministério, disponibilizando ao público todos os dados relativos a gastos e decisões. "Quero chamar os hackers para eles ajudarem a construir os indicadores e a forma de transparência. Quero fazer o Ministério da Ciência e Tecnologia uma referência no ponto de vista do acesso e da transparência de informações", disse. Afirmou ainda que gostaria de ter as opiniões dos hackers a respeito da modernização de novos portais da pasta. "Eles são jovens talentosos que mudam a tecnologia o tempo inteiro e que nós temos que dialogar."
De acordo com Mercadante, enquanto os hackers ajudam a construir e modernizar os sistemas, os crackers utilizam os ataques para espalhar uma mensagem política ou mesmo pelo "prazer do desafio". "Os ataques da semana passada mostram que a gente precisa investir e se preparar para ter uma estrutura de defesa mais articulada e eficiente", afirmou. "Temos que saber nos proteger."

Fonte Agencia Estado

domingo, 26 de junho de 2011

Crackers da Lulz Security anunciam fim de suas atividades, mas não no Brasil.

Grupo conclama usuários para 'revolução' após cinquenta dias de ataques contra sites de governos e empresas multinacionais

O grupo de crackers Lulz Security anunciou o fim de suas atividades após expirar o período de cinquenta dias que havia estabelecido para agir. O LulzSec, como é chamado, ganhou fama depois de ataques contra sites de governos e empresas multinacionais. 
Apesar do anúncio de despedida, o braço brasileiro do grupo, chamado de LulzSecBrazil, continuou divulgando pelo Twitter novos ataques contra sites governamentais. De acordo com as mensagens deixadas pela "matriz brasileira", o grupo age no Brasil contra a corrupção. Entre as recentes vítimas de ataques reivindicados pelo grupo, estariam as páginas da Presidência da República, do governo e da Petrobrás. Um vídeo veiculado no site Youtube na quarta-feira passada supostamente pela união firmada entre a LulzSecBrazil e o Anonymous – grupo de crackers mais antigo, formado em 2003 -  dá a entender que os ataques no Brasil devem continuar.
O braço internacional, em seu ‘comunicado final’, divulgado pelo Twitter, afirma que os "seis tripulantes" do LulzSec expressaram o desejo de que outros internautas assumam a causa e que "o movimento se manifeste em uma revolução capaz de continuar sem nós". O LulzSec se declara responsável por ataques contra sites de diversas instituições, como a agência de inteligência americana (CIA), o Senado dos Estados Unidos, a rede de televisão Fox, a companhia telefônica AT&T e empresas de jogos eletrônicos Sony e Nintendo.

Fonte Veja

Governo interfere e quer petista no Incra-SP


Indicação do engenheiro agrônomo José Giácomo Baccari foi apadrinhada pelo ex-ministro Antonio Palocci, pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, e pelo Secretário-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho

O governo federal decidiu apressar a sucessão no Incra de São Paulo e convidou o engenheiro agrônomo José Giácomo Baccarin para ocupar a superintendência do órgão. A mudança é uma tentativa de apagar o incêndio que tomou conta da regional, imersa em uma crise que envolve a apuração, pela Polícia Federal, de suposto desvio de verbas federais destinadas à realização da reforma agrária no Estado.

Propenso a aceitar o convite, o petista, o mais cotado na lista de indicados, pediu uma conversa com o presidente nacional do Incra, Celso Lisboa de Lacerda, para tratar de rotina e agenda. Baccarin é professor de agronomia na Universidade Estadual Paulista (Unesp) e pretende conciliar os compromissos à frente da regional com a vida acadêmica.

Sua indicação foi apadrinhada pelo ex-ministro Antonio Palocci, pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, e pelo Secretário-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho. A escolha - a única entre os cargos do segundo escalão em São Paulo ainda pendentes - casa com um desejo da presidente Dilma Rousseff de ter nomes mais técnicos em sua administração.

Os outros nomes indicados foram os de Wellington Diniz, coordenador de movimentos populares do PT-SP, cuja candidatura teve o patrocínio do líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira, e Lafayete Biet, advogado ligado à Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Baccarin terá de construir uma ponte com os movimentos sociais, que o veem como um homem ligado ao agronegócio. Esses movimentos apoiavam a candidatura de Wellington Diniz. A superintendência comanda 133 cargos, dos quais 20 são de confiança. Em 2010, a autarquia gastou R$ 82 milhões. O orçamento para 2011 ainda não foi definido.
(Fonte Agência Estado)

 

Os segredos de Sarney e Collor

Então está tudo certo. Não passou de mais um mal entendido da série de incompreensões que insiste em perturbar os primeiros meses do governo Dilma Rousseff. A presidente, que antes não queria, depois queria, e agora não quer de novo, enterrou de vez essa história de sigilo eterno para documentos ultrassecretos.
Livrou-se da indução hipnótica dos ex-presidentes José Sarney e Collor de Mello, que queriam porque queriam trancafiar segredos para todo o sempre.
Quem estalou os dedos e quebrou o encanto foi o Itamaraty. Assegurou que o Paraguai não reivindicará territórios de volta, que não há conflitos passados que perturbem o Acre nem qualquer outra fronteira geográfica ou de amizade entre os países com os quais o Brasil se relaciona ou se relacionou desde o descobrimento.
Só resta saber por quais sigilos Sarney e Collor tanto se bateram. Queriam esconder o que?
Como vão guardar em segredo absoluto suas motivações, permite-se liberdade plena para qualquer tipo de conclusão. E, a julgar pela folha corrida de ambos, nada indica ser boa coisa.
Não vamos descobrir nunca. Talvez as próximas gerações até consigam, caso o Senado não modifique a proposta da Câmara de abrir os documentos ao público em, no máximo, 50 anos.
Mas a realidade não se pode esconder.
Donos e herdeiros de clãs que dominam seus estados e dão cartas em outros tantos, Sarney e Collor fizeram glória e fortuna exatamente nos maiores paraísos de miséria do país.
Em todos os indicadores sociais, o Maranhão de José Sarney só ganha das Alagoas de Collor de Mello. Os dois estados têm os piores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) – Maranhão, 0,683, e Alagoas, 0,677 - ; lideram os rankings de analfabetismo e de mortalidade infantil - Alagoas com 66 mortes por mil de crianças até um ano de vida e o Maranhão com 39 em mil -, e o de menor expectativa de vida. Somam-se aí taxas pornográficas de saneamento: o Maranhão tem apenas 1,4% de esgoto tratado, de acordo com dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico.
Ao querer manter debaixo do tapete atos de quando ocupavam o Palácio do Planalto – único motivo plausível para tanto empenho no sigilo eterno de documentos – Sarney e Collor, que, como se vê, não têm qualquer apreço pela população de seus estados, condenando-as à pobreza eterna, perpetuam-se como símbolos do que há de mais nocivo ao país.
E isso não é segredo.
Enviado ao Blog do Noblat por Mary Zaidan: jornalista, trabalhou nos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo, em Brasília. Foi assessora de imprensa do governador Mario Covas em duas campanhas e ao longo de todo o seu período no Palácio dos Bandeirantes. Há cinco anos coordena o atendimento da área pública da agência 'Lu Fernandes Comunicação e Imprensa, @maryzaidan